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Perdido em Marte | Crítica

11 10

2015

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Título original: The Martian

Distribuidor: FOX Filmes

Ano de produção: 2015

Duração: 2h 24min

Direção: Ridley Scott

Nacionalidade: EUA

Gênero: Ficção Científica

Nota: Nota 3 MIXSEA

 

 

Longa metragem adaptado de livro homônimo de Andy Weir cumpre relativamente bem função de entreter, mas apenas isso.

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O filme inicia com uma equipe de astronautas da NASA em missão em Marte e, entre eles, há Mark Watney (interpretado por Matt Damon). Devido a uma tempestade no planeta vermelho, a equipe é tem que deixar o planeta para não ter seus equipamentos danificados. Watney é atingido por um fragmento metálico, se perde e é dado como morto pela comandante Melissa Lewis, que já ordena todos a entrarem na nave para fugirem do planeta. Watney, na verdade, está vivo e sozinho e “perdido” em Marte. Então há uma preocupação com a quantidade de alimentos, a possibilidade de morrer diante de adversidades e o tempo ficará no planeta (uma viagem entre a Terra e Marte, na vida real, demora muito, há problemas com gerenciamento de combustível e deve-se prever a trajetória da nave em pontos estratégicos da órbita dos planetas para ganhar velocidade e poupar combustível).

Ao longo do filme Watney grava uma espécie de diário que vai se tornando monótono e extremamente repetitivo. Posteriormente ele consegue se comunicar com a NASA, informar que não está morto e vira notícia. No possível clímax do longa, ao enfrentar dificuldades com as órbitas dos planetas, lançamento e combustível, ocorre uma bizarra, utópica e praticamente impossível parceria entre os EUA e a CHINA. Há uma série de reviravoltas que quebram, de uma forma equivocada e até meio contraditória, o que era estimado até ali. Watney personaliza o equipamento que ele usará pra ser salvo com artifícios rudimentares para ir ao espaço (inclui uma lona de plástico).

https://i0.wp.com/cdn-9chat-fun.9cache.com/media/photo/aamO0LVvo_840w_v1.jpg?resize=423%2C277O longa tem diálogos simples, uma preocupação (que chega a ser exagerada) com as ciências em alguns momentos e é, visualmente, realista, além do 3D satisfatório, mas apela para um trilha sonora de hits pra conquistar o espectador. Além disso, em determinadas cenas, Watney se safa de inúmeros problemas na estrutura das instalações com fita isolante e lona: praticamente um MacGyver. Além disso, falta drama e o protagonista exagera nas piadinhas de adolescente de 12 anos. O site Observatório do Cinema definiu o filme como uma “mistura de Gravidade com Náufrago” e é exatamente isso que senti ao assistir ao longa.

Talvez depois do fantástico Intestelar lançado ano passado, as expectativas com esse segmento de filme aumentaram. No entanto, não duvido que “Perdido em Marte” seja premiado, pois até o pior e chato Gravidade foi relativamente aclamado (mas vamos combinar que lá havia Sandra Bullock pra tentar ajudar).

Por outro lado, o filme é bem fácil de entender e de acompanhar além de não exigir muita reflexão ou atenção. Ou seja, é um filme-3D-padrão-água-com-açúcar-para-mero-entretenimento. Nesse segmento, cumpre bem seu papel, pois não é tão difícil ficar sentado mais de duas horas assistindo ao filme.

Assista ao trailer de “Perdido em Marte”:

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