Vídeo mostra como é viver com depressão

26 06

2016

Living with depression (“Vivendo com depressão”, em português) mostra os momentos da vida de uma pessoa com o distúrbio e alguns de seus sintomas, que tornam a rotina e as coisas mais simples do dia a dia um desafio a ser superado. A  intenção é de mostrar que a doença precisa ser tratada, que as pessoas não estão sozinhas, e que existe cura, quando ela é procurada.

“Espero que isso ajude você a entender o processo. Eu fiz isso porque muitas pessoas parecem pensar que estar deprimido é algo que você escolhe e que, no final, tudo se resume a olhar pela janela e ouvir música triste”. Assim começa o texto que a atriz e diretora Katarzyna Napiórkowska.

O vídeo teve uma repercussão muito grande, alcançando mais de 1,6 milhões de views no YouTube, o que levou Katarzyna a fazer uma continuação. Intitulado Living with a depressed person (“Vivendo com uma pessoa deprimida”), o novo vídeo dá algumas dicas para quem conhece alguém que sofre com a doença; como não fazer pouco caso do sofrimento, ou se tornar super protetor, mas sim encorajá-la(o) a procurar ajuda com um especialista.

Com histórias de mulheres inspiradoras, coleção Antiprincesas faz sucesso na Argentina

14 06

2016

A editora de livros Chirimbote apoia a autora Nadia Fink e lança coleção de livros antiprincesas, mostrando ainda mulheres latino-americanas como protagonistas, como exemplo, o primeiro livro contou a história de Frida Kahlo.

“Conhecemos muitas histórias de grandes homens, mas não tanto de grandes mulheres. Sim, conhecemos algumas princesas, mas elas estão longe de nossa realidade, vivendo em castelos enormes e frios”. Essa é a primeira frase do primeiro livro que foi dedicado à artista Violeta Parra.

crédito: Chirimbote

O terceiro livro será dedicado a Juana Azurduy, militar que participou das lutas pela independência da América espanhola. A inspiração que levou ao nascimento da coleção foi “um conflito latente na educação”, disse a autora ao portal La Capital. “Por um lado, o modelo de princesas Disney, reforçado a cada nova produção cinematográfica e, por outro lado, a chegada de um modelo que eleva e ressalta as figuras de mulheres combatentes, comprometidas com seu entorno” .

“Uma de nossas preocupações foi tentar entender os novos formatos experimentados por meninas e meninos de hoje, onde a linguagem não é linear e, sim, distribuída em várias janelas na tela para interagir. Nós valorizamos as novas gerações e não renegamos suas mudanças e desenvolvimento”.

Por enquanto, os livros só estão disponíveis na Argentina, mas editoras brasileiras estão tratando de trazê-los para o Brasil também

8 vídeos com poemas de Manoel de Barros e suas levezas

03 06

2016

O próprio Manoel diz em uma entrevista no documentário “Só dez por centro é mentira”: “a invenção é uma coisa que serve pra aumentar o mundo”, e é assim que o poeta nos aumenta, nos inventa. Manoel de Barros é um poeta de levezas, as palavras que ele escreve voam sobre as páginas de seus livros ao ponto de, muitas vezes, estarmos diante de palavras que se desmancham ao primeiro som de uma voz.

De mundo aumentado, todos pensamos, queremos e podemos mais. Sendo assim, selecionamos uma série de vídeos com poemas de Manoel de Barros que vão encantar você, já que não poderia ser diferente. Confira:

Historias da unha do dedão do pé do fim do mundo

A Poesia está guardada nas palavras

Escritos em verbal de ave

Agramática

Difícil fotografar o silêncio

Poeminha em língua de brincar

O Apanhador de Desperdícios

Mundo Pequeno e Autorretrato

Poema bônus:

O fazedor de amanhecer

Sou leso em tratagens com máquina.
Tenho desapetite para inventar coisas prestáveis.
Em toda a minha vida só engenhei
3 máquinas
Como sejam:
Uma pequena manivela para pegar no sono.
Um fazedor de amanhecer
para usamentos de poetas
E um platinado de mandioca para o
fordeco de meu irmão.
Cheguei de ganhar um prêmio das indústrias
automobilísticas pelo Platinado de Mandioca.
Fui aclamado de idiota pela maioria
das autoridades na entrega do prêmio.
Pelo que fiquei um tanto soberbo.
E a glória entronizou-se para sempre
em minha existência.

Inspiração: NotaTerapia

Resultado do sorteio de aniversário 2016 – Instagram

29 05

2016

Depois de um mês de sorteio, chegamos ao ganhador!

As regras eram:

1) Siguir o nosso perfil @omixsea

2) Indicar 3 perfis de amigos nos comentários (não valendo perfil de famosos)

3) Curtir a foto do sorteio no instagram

Itens do sorteio:

1 livro “Os Contos de Beedle, o Bardo” de JK Rowling + 1 pen drive do Darth Vader de 8GB

Data do sorteio estava marcada para o dia 28/05/2016, e por questões de queda de internet fizemos no dia 29/05/2016

Participantes:

 

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O número da ganhadora foi gerado pelo site sorteador.com.br que gera números aleatórios para sorteios.

resultado

Ganhadora e cumprimento das regras:

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Parabéns Bruno Mender! Pode aguardar que já já os seus brindes chegam!

Até o próximo sorteio pessoal, continuem conosco!

Fotógrafa retrata a realidade de 5 países onde ler é um ato de ousadia para as mulheres

15 05

2016

Nos países Árabes, um número enorme de mulheres não tem direito à alfabetização básica. A fotógrafa Laura Boushnak visitou alguns estados árabes para documentar o quadro da educação dessas mulheres. A série de fotografias intitulada “Eu Leio, Eu Escrevo” reúne registros de cinco países: Tunísia, Iêmen, Jordânia, Kuwait e Egito.

A Tunísia parece ser o Estado que oferece as melhores condições de ensino para as mulheres. Quando esteve lá, Boushnak concentrou sua atenção no papel das mulheres na militância política. A fotógrafa conheceu a estudante universitária Asma Iê, que tem rabiscada na parede do seu quarto a mensagem “O povo quer a queda do regime”, um slogan popular da Revolução de Jasmim, ocorrida entre 2010 e 2011.

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Situação completamente diferente da encontrada por Boushnak na região rural do Iêmen, onde as meninas enfrentam salas de aula superlotadas e uma infraestutura precária.

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Nos subúrbios de Amã, na Jordânia, Boushnak retrata a alfabetização de mulheres de cinquenta e sessenta anos. Pela manhã, durante duas horas, elas lêem o Alcorão, livro sagrado do Islã, e, depois, praticam o inglês e a matemática.

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No Kuwait, onde a própria Boushnak cresceu, o número de mulheres que frequentam as universidades é igual ao dos homens. O diretor de uma das escolas visitadas pela fotógrafa acredita numa dupla ênfase em educação e cultura.

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Já no Egito, onde dados de um relatório de alfabetização da UNESCO dizem que 34% das mulheres acima de 15 anos são analfabetas, Boushnak conheceu a Associação de Desenvolvimento e Valorização da Mulher, que oferece aulas gratuitas para as mulheres do bairro onde está localizada. Ela diz que muitas das mulheres que frequentam o programa são alfabetizadas, o que permite a elas ler os sinais de trânsito, contar dinheiro, ler prescrições médicas, e, o mais importante, incentivar seus filhos a permanecerem na escola.

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“Eu quero aprender a ler e escrever para entender melhor a vida. Meu sonho é ser educada”.

Em uma bela apresentação no TED, a fotógrafa fala um pouco sobre o projeto e como ele a transformou:

Fonte: razoesparaacreditar

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