Empreendedor brasileiro cria primeira loja virtual de objetos para canhotos

03 05

2016

A cada 10 pessoas no mundo, uma é canhota. E, a cada 10 pessoas canhotas no mundo, 10 sofrem dificuldades no cotidiano por serem assim. Seja com as carteiras do colégio, com o mouse do computador, com a maçaneta da porta ou com um simples abridor de latas. Os destros não percebem, mas a maioria das coisas na nossa sociedade é desenvolvida para eles, já que são a maioria.

Pensando nisso, o brasileiro Ricardo Michels Silva abriu a loja virtual No Destro, que vende apenas produtos para canhotos. Por enquanto, a loja não vende uma quantidade grande de objetos, mas, segundo o empreendedor, está investindo muito em materiais escolares, como régua, tesoura, livros e cadernos.


Ricardo conta que a ideia de abrir a loja veio de um episódio da série Os Simpsons, onde Ned Flanders, o vizinho da família Simpson, tinha uma loja de produtos para canhotos. Então, pesquisou se existia algo do gênero na internet. Achou lojas apenas nos Estados Unidos, mas nada pelo Brasil. Um alívio para os canhotos.

Fotógrafa trabalha com pintura com luzes imagens em movimento

26 04

2016

A fotógrafa Lucea Spinelli trabalha com pintura com luzes e resolveu inovar usando imagens em movimento. O resultado é bem legal e bonito, ela trabalha com a luz em lugares ótimos aonde ela pode significar várias coisas ao mesmo tempo.

“Ao fazer exposições longas, a película (ou sensor) torna-se uma tela enquanto o obturador permanece aberto, permitindo que a luz atue como uma tinta em um pincel” – explica Spinelli.

Veja o resultado desse trabalho:

Pintura de luzes - Gif animado 1

Pintura de luzes - Gif animado 4

Pintura de luzes - Gif animado 9

Pintura de luzes - Gif animado 10

Pintura de luzes - Gif animado 6

Pintura de luzes - Gif animado 14

Pintura de luzes - Gif animado 5

Pintura de luzes - Gif animado 7

Pintura de luzes - Gif animado 13

Pintura de luzes - Gif animado 12

Pintura de luzes - Gif animado 11

Pintura de luzes - Gif animado 8

Pintura de luzes - Gif animado 3

Pintura de luzes - Gif animado 2

Em breve resenha do livro Hotel Vitoria de Antonio H. Fernandes

20 04

2016

Hotel Vitória:O Hotel Misteriosopor Antonio Henrique Fernandes

Descrição

Paulo é um repórter investigativo de um grande jornal do litoral do Nordeste. em um período de férias, fica sabendo de um cidadezinha que em tempos áureos teve muitos turistas e que havia um hotel muito famoso no local. Nessa cidade, há muitos anos atrás, aconteceram dois crimes que mudaram completamente o panorama do hotel e em suas investigações, juntamente com sua noiva Roberta e uma ajuda inesperada, Paulo percebe que os acontecimentos não foram do jeito que os veículos oficiais retrataram.

25 sinais de que você é uma pessoa viciada em livros

18 04

2016

O primeiro passo é admiti-lo. O segundo passo é manter a direita na leitura. Veja quantos sinais você tem e se se identifica como um viciado em livros:

1. Quando era pequeno, os livros eram seus melhores amigos no mundo.

2. Quando está lendo um bom livro esquece de comer ou dormir.

3. Seus altos e baixos são completamente ditados pelo livro que está lendo.

Às vezes há gritos.

Às vezes é mais sutil.

4. Ficou traumatizado por coisas que acontecem “apenas” nos livros que lê.

5. A imagem em sua carteira mostra seu cartão de biblioteca, em vez de sua carteira de motorista.

6. Pensa em cores em termos de clássicos da Penguin.

7. Dias chuvosos > dias ensolarados.

Apesar de conseguir sair para fora em um dia bonito …

8. Isso é tudo o que pensa quando retrata sua “casa dos sonhos”.

E a sua ideia de um fim de semana divertido é reorganizar sua biblioteca de 100 maneiras diferentes.

9. Andar por uma livraria fechada é tortura.

Quando está aberta, é incapaz de ir sem comprar alguma coisa.

E ainda desenvolveu uma paixão por um empregado da livraria baseada unicamente em suas escolhas pessoais.

10. Sempre que realiza qualquer ideia ou projeto, o primeiro passo é ler um monte de livros sobre o assunto.

Assume que um livro pode ensinar-lhe qualquer coisa.

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Blogueiro britânico escreve de forma indignada sobre a desistência dos brasileiros de seu próprio país

15 04

2016

Reprodução - Internet

Adam Smith é britânico, veio ao Brasil durante 6 meses para intercâmbio e se indignou com o desrespeito dos brasileiros com o seu próprio país. Então, resolveu escrever em seu blog, chamado “Para inglês ver”, de forma indignada mesmo, sobre como os brasileiros veem o Brasil em relação com os outros e em como costumamos nos rebaixar e não reconhecer as belezas do Brasil, apesar de todos os problemas. Segue abaixo o texto:

“Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi “de Londres”, veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’.Fiquei surpreso. Eu – como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil – adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas? O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)?

Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais ‘sofrido’ deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira.

Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos ‘malls’ dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira ‘sale’. Pode ser sentido na comida. Neste “país tropical” tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova.

Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.

Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar…

Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte. Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor.

O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente. Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?

Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de ‘pinga’ na caipirinha, ele respondeu: “Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!” Viva a alma brasileira!”

De se pensar não é brasileiro?

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