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“Como eu Era Antes de Você” e “Depois de Você” | Resenha – Livro

29 03

2016

Já  ouviu falar na Jojo Moyes? A maravilhosa escritora já publicou 16 livros nos Estados Unidos, mas infelizmente desses 16, apenas 8 foram publicados aqui no Brasil.

Porém,entretanto, toda vai, hoje vamos falar apenas de 2 desses livros, o “Como eu era Antes de Você” e o “Depois de Você”.  Os nomes são parecidos né? Não é atoa haha, “Depois de Você” é a sequência do outro livro.

“Havia um curioso sossego em olhar o restante do mundo cuidar de suas vidas.”

Como eu era antes de você  é  a historia do milionário Will Traynor de 35 anos, que depois de um acidente fica paraplégico, e de Louisa Clark, uma moça sem ambição  nenhuma e que ainda mora com seus pais, deve ser uma história muito chata né?  NAAO, pelo contrário, é  uma história completamente emocionante que te envolve do inicio ao fim. Você  sorri, chora, se apaixona e sofre com os personagens da primeira a última página.

“Sabe, você só pode ajudar alguém que aceita ajuda.”

Mas infelizmente  a autora não conseguiu transmitir essa mesma emoção para o segundo livro.

Ao contrário do primeiro que é cheio de aventuras e momentos divertidos e diferentes o segundo tem uma historia repetitiva, parece que a narrativa não avança, não senti uma evolução  muito grande na personagem principal, ela fica sempre presa em seu mundo e demora muito para perceber o mundo a sua volta. A grande evolução  da personagem acontece apenas nas últimas paginas, em que coincidentemente (ou não), são também as páginas mais emocionantes.

“Alguns erros… apenas têm consequências maiores que outros. Mas você não precisa deixar que aquela noite seja aquilo que define quem você é.”

Já li outros livros da autora, me apaixonei por todos eles, chorei em todos também, mas infelizmente o “Depois de Você” só ganhou minha admiração  pela minha paixão com o primeiro  livro.

Mas quero saber de vocês, já leram? O que acharam? O Will também arrancou suspiros de vocês?

Ah não esqueçam!!! Neste ano vai ter filminho de “Como eu era Antes de Você”,  com o maravilhoso Sam Caflin, ainda não viu o trailer? Da uma olhadinha ai então:

Referencias presente em “Os Oito Odiados” de Quentin Tarantino

26 03

2016

Ollie Paxton  é um cinegrafista e editor do Reino Unido e em sua pagina do vimeo, ele postou um vídeo editado por com as referencias a outros filmes que Quentin Tarantino usou em seu mais recente filme “Os Oito Odiados”, veja a baixo o vídeo.

Caso você tenha gostado do vídeo e queira conhecer mais do trabalho de Ollie Paxton e so entrar no vimeo dele por aqui pois na pagina dele tem muitas coisas interessantes.

O Regresso tem cenas simples com muito sentimento e é maravilhoso| Crítica

19 02

2016

Indicado ao Oscar em 12 categorias, O Regresso (direção de Alejandro Iñárritu) supera expectativas, transmite sentimentos em cenas simples e foge da leitura feita pela história do “homem branco bom” contra os “índios maus”.

 

Título: O Regresso (The Revenant)

Direção e Roteiro: Alejandro González Iñárritu

Ano: 2016

Duração: 2 horas e 36 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Faroeste, aventura

Nota: nota 5 MIXSEA

 

 

 

 

O filme datado em 1822 tem como protagonista Hugh Glass (Leonardo DiCaprio), cuja jornada rumo ao oeste não poderia ter sido mais árdua. Atacado por um urso e seriamente machucado, sendo deixado para trás por sua “equipe” de caça com ninguém menos que John Fitzgerald (Tom Hardy), que lhe rouba, quase literalmente, tudo o que lhe restava em vida. Glass sobrevive – não vive, sobrevive – em meio às imensas adversidade na busca de um propósito: vingança.

Imagem de river, snow, and blood

O enredo interessante e cativante da história não é, no entanto, o único motivo pelo qual a obra de Iñárritu é implausível. O aspecto visual do filme é fantástico, com uma fotografia incrível  e, pode se dizer, bela e métodos de filmagem, somados às interpretações (grande parte por DiCaprio), impecáveis na hora de transmitir o sentimento e a realidade da cena.  Como os closes no rosto de DiCaprio ou o ângulo da câmera de baixo para cima, de modo a mostrar a insignificância humana em meio a grandiosidade da natureza. Além disso, a trilha sonora acompanha e marca muito bem cada momento sem deixar a desejar.

À parte das questões técnicas, o filme faz uma reeleitura dos acontecimentos da conquista do oeste do século XIX. Somos acostumados a ver nos filmes, especialmente estadounidenses, inimigos ou antagonistas russos, chineses, terroristas, ou seja, o outro lado, normalmente negativo, dos Estados Unidos. Em O Regresso isso não acontece (não é tão incisivo). Na história dos Estados Unidos, a conquista para o oeste foi marcada por derramamento de sangue indígena. No entanto, sob a máscara do destino manifesto, de que os moradores brancos das 13 colônias eram destinados a libertar e civilizar o oeste, milhões de índios morreram e  várias culturas foram destruídas.

Imagem de leonardo dicaprio, movie, and the revenant

O Regresso

No filme, a equipe de Glass foi atacada, logo nas cenas iniciais, por uma tribo de índios (Arikaras) o que daria a entender que, mais uma vez, eles seriam os vilões da história. No entanto, com o desenvolvimento do longa, percebe-se uma complexidade maior do que isso, especialmente conforme o passado de Glass começa a ser revelado. Há dois momentos que demonstram o que está sendo escrito aqui. O primeiro é quando um índio (cuja tribo não me recordo) tem um diálogo com Glass e relata o seu ponto de vista da marcha para o oeste. O segundo é a cena final do filme (deixo a vocês descobrirem o porquê dessa). (Até o motivo pelo qual os Arikaras atacam os “homens brancos” é mais honroso do que o do Destino Manifesto).

Cabe a Fitzgerald, portanto, assumir o posto de vilão de O Regresso. No personagem (em em Glass, em partes, também), toda a ganância, crueldade e sujeira humana é materializada. E são essas características especificamente humanas o mais relatado. Em 2 horas e 36 minutos vê-se sangue, violência, frio, solidão, desespero e renascimento. Vê-se até que ponto o homem é capaz de sobreviver em busca de vingança e até que ponto o homem é covarde o bastante para não ajudar o próximo. Vê-se até que ponto o homem chega por causa de dinheiro e conforto e até que ponto ele age para proteger quem ama.

O Regresso é, em suma, uma obra prima, marcada pela volta à selvageria humana. Com cenas de “revirar o estômago”, atuações memoráveis, uma direção impecável e uma produção mais impecável ainda não espanta as 12 indicações ao Oscar 2016. Muito pelo contrário, chama-as para si.

Imagem de the revenant

Obs.: Vale a pena conferir algumas entrevistas dos envolvidos no filme antes de vê-lo. Isso garante maior veracidade ao que está sendo exposto na tela do cinema, deixando a experiência do espectador mais intensa (vai por mim). Para isso clique aqui, aqui ou procure no famigerado google.

Kramer vs Kramer – Um drama para assistir | Crítica

16 02

2016

Há menos de duas semanas da tão esperada premiação do Oscar, lembramos de um dos dramas mais emocionante e premiado da história da Academia, Kramer versus Kramer (1979), é protagonizado por Dustin Hoffman e coadjuvado por Meryl Streep.

 

Título: Kramer versus Kramer

Direção e Roteiro: Robert Benton

Ano: 1979

Duração: 1hora e 45 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Drama

Nota: nota 5 MIXSEA

O filme conta a história de uma família em crise matrimonial, Ted e Joanna são um casal que vivem em desacordo sobre as prioridades do marido com a família, o trabalho está sempre em primeiro lugar, Joanna saturada pela situação abandona o lar, deixando Billy, o filho do casal por conta de Ted. O Pai então ausente passa a ter obrigações domésticas e paternas à conciliar com o trabalho e que após algum tempo conseguem se ajustar. No entanto, Joanna volta e quer ficar com o filho, a recusa de Ted em ceder a guarda acaba por uma disputa judicial de custódia do filho no tribunal.

Kramer versus Kramer foi um grande vencedor de cinco estatuetas do Oscar de 1980; melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Dustin Hoffman), melhor atriz coadjuvante (Meryl Streep) e melhor roteiro adaptado.

Atualmente o filme se encontra disponível para região do Brasil no serviço de streaming Netflix, é uma ótima dica para quem está cansado das mesmas indicações que o aplicativo insiste em destacar, mas aviso, prepare o lenço de papel porque a emoção tomará conta.

Ryan Reynolds finalmente acerta e Deadpool é bem aceito pelo público | Crítica

13 02

2016

Deadpool, um dos filmes mais aguardados deste ano, estreou e mostrou para o que veio. O filme inteiro trouxe o que os trailers diziam, um mercenário tagarela, com uma roupa vermelha e muito bom em matar.

 

Título: Deadpool

Distribuição Nacional: FOX

Duração: 1h 48min

Direção: Tim Miller

Nacionalidade: EUA

Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Nota: nota 4 MIXSEA

 

Com os atores: Ryan Reynolds, Ed Skrein, Morena Baccarin, T.J. Miller, Brianna Hildebrand, Gina Carano, Jed Rees, Karan Soni, Isaac C. Singleton Jr., Stefan Kapicic e Leslie Uggams, dirigido pelo novato Tim Miller e com roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, o filme conta a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds) um ex-oficial das Forças Especiais que trabalha como um mercenário para se sustentar, quando em um belo dia encontra sua alma gêmea, Vanessa (Morena Baccari) os dois se conhecem no bar de seu amigo Weasel (T.J Miller) que serve também como faixada para seu emprego de mercenário. Mas para quem espera que a história conte um lindo romance esqueça, pois algum tempo depois ele descobre que está com câncer terminal, até que é abordado por um sujeito dizendo que pode curar seu câncer com um tratamento misterioso que dispara genes mutantes e prometendo transformar ele em um super-herói.

Para aqueles que viram os trailers do filme e se perguntam se o filme é todo cheio de piadas e combates, a resposta é sim. O novato Tim Miller faz um trabalho muito bom trazendo a essência “Zoeira” do personagem, tanto que nem mesmo os atores ou diretores escapam disso, vemos durante o filme várias alfinetadas com personagens que não deram certo, como lanterna verde e o deadpool do filme Wolwerine Origens, ambos feitos pelo Ryan Reynolds, e até mesmo o estudo não escapa disso.

O ator Ryan Reynolds caiu como uma luva como o mercenário, prova disso é sua atuação, parece que o ator nasceu para viver esse papel, finalmente acertando dessa vez. Lembremos também que Reynolds é uma das principais razões para o filme acontecer, pois ele está no projeto do filme desde 2000 quando começou a sair boatos e sempre mostrou que estava interessado em fazer o papel, não poupando esforços para o filme sair.

O filme teve um recepção muito boa da crítica, e ao vê-lo você entende o porquê disso acontecer, e já na sua noite de estreia bateu o recorde de maior estreia com censura +17 arrecadando um total de US$ 12 Milhões.

Veja o Trailer abaixo:

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