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Until Dawn | Crítica

22 09

2015

 

Nome: Until Dawn

Produzindo: Supermassive games

Distribuído: Sony Computer Entertainment

Nota: nota 4 MIXSEA

Você consegue sobreviver a uma noite de inverno em uma montanha, cercado por um serial killer? O game Until Dawn (Até o Amanhecer) parte deste principio. Estamos falando de um exclusivo para PS4 produzido pela Supermassive Games, e  dinâmico, em que suas ações refletem no futuro, (efeito Borboleta).

A historia do jogo é sobre um grupo de amigos que vão passar as férias de inverno em uma montanha, na tentativa de se reaproximarem após um grave acontecimento, que ocorreu um ano antes na mesma montanha. Porém, o que eles não sabem é que nesse mesmo lugar, habita um serial killer que fará com que a noite se torne ainda mais longa e sombria.

Além de uma historia bem elaborada com elementos de grande tensão, o jogo apresenta uma qualidade gráfica impressionante, através de captura facial, e de movimentos, que tornam os e a jogatina ainda mais realista. É possível jogar com todos os personagens, porém, cabe a você tomar a decisão certa para que todos permaneçam vivos no final.

O jogo é incrível, indicado a qualquer um mesmo para quem não gosta do gênero, pois apresenta uma historia envolvente e emocionante, que com certeza vai deixar no final aquela vontade de jogar novamente, e descobrir outros finais.

Trailer Until Dawn:

TEXTO DE JOÃO VIRGÍLIO LOPES, nosso leitor assíduo

Nos envie AQUI também o seu texto

Você Conhece Ever After High?

15 09

2015

Esse artigo é para quem gosta de um bom desenho animado, e não importa a idade, sempre é hora de se divertir vendo uma animação. Ever After High é um original da NetFlix (contém 7 especiais e alguns capítulos avulsos), que conta a historia dos filhos daqueles que viveram os  contos de fadas tradicionais, como Branca de Neve, Alice No Pais das Maravilhas, Chapeuzinho Vermelho, entre outros (Pense em um Once Upon a Time no colegial, com os filhos dos personagens). 

Além de focar na aventura e historia de cada personagem, a trama gira em torno da seguinte pergunta ”Você quer seguir o caminho do seu pai, ou escrever a própria historia?” , assim os personagens acabam se dividindo em Royals (Seguir a Historia do pai) ou Rebels (Escrever a Própria Historia). Além de ser muito divertido o desenho trás bastantes reflexões para as crianças, e para os mais velhos, além de gerar horas de diversão.

Sinopse: Por gerações, o sentimento bem protegido no mundo da Ever After era que todos tinham que assumir o papel de conto de fadas de alguém da geração anterior, principalmente de um de seus pais. Este sistema, embora mais benéfico para uns do que para outros, foi acordado que é necessário para proteger o mundo de conto de fadas, que vai desaparecer se eles não são revividos. Teoricamente, dentro deste sistema todos são igualmente importantes, mas a realidade é que o conto de fadas e o papel não influenciem a posição social. Ao longo do tempo, vários jovens estudantes elevados desde 1812, têm questionado a sua obrigação de assinar o Livro das Lendas e seguir os passos de seus pais, mas poucos fizeram abertamente nada sobre isso…

Ever After é uma boa ideia para quem quer passar o tempo assistindo um desenho novo e com um conceito inovador, por isso não perca tempo e corre para assistir o primeiro capitulo no youtube, e se gostar veja algum episodio especial no Netflix. 😀

O Pequeno Príncipe | Crítica

30 08

2015

 

 

Título original: Le Petit Prince

Distribuidor: Paris Filmes

Ano de produção: 2015

Duração: 1h 50min

Direção: Mark Osborne

Nacionalidade: França

Gênero: Animação

Nota: nota 5 MIXSEA

 

 

 

 

O Pequeno Príncipe é uma obra do escritor Antoine de Saint-Exupéry, que também é o autor das ilustrações originais, e foi publicada em 1943. Por ter uma aparência típica de livros infantojuvenis, voltados para crianças principalmente, numa primeira leitura o livro pode ser colocado realmente para crianças, mas será que o grande teor poético e filosófico o faz mesmo para crianças? Será que as temáticas abordadas no livro, não muito experimentadas pelas crianças ainda, o faz ser voltado para esse público?

O que sabemos realmente é que a maior proposta desta nova adaptação cinematográfica do livro, feita pelo diretor Mark Osborne, não era reproduzir o livro para o visual, e sim captar a sua essência. E que essência.

“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar.” – Pequeno Príncipe

A história do filme é sobre uma menininha que esta tentando ingressar em um colégio, e esta disposta a tudo para conseguir isso, com a ajuda de sua mãe super metódica. Essa meta se desvia um pouco quando essa menininha conhece seu vizinho, que já é velhinho mas é super irreverente e atípico de sua realidade. Esse velhinho é o responsável por apresentar a história do Pequeno Príncipe a ela, que se apaixona imediatamente e muda o seu modo de ver o mundo.

O visual do filme esta impecável, ele tem momentos com animação gráfica e momentos com “stop motion”, o que deu um toque muito refinado ao filme, e deu para ver a leveza das animações, a preocupação que tiveram com o resultado final.

Por curiosidade, andei lendo algumas outras críticas pela internet e cheguei a conclusão de que discordo com a maioria delas, portais famosos atribuíram nota 3 ou 4 ao filme, dizendo que a história se perde no terceiro ato, que é quando a menina vai atrás do Pequeno Príncipe.

“As estrelas são belas por causa de uma flor que não se pode ver…” – Pequeno Príncipe

Primeiro, temos que lembrar que o filme é uma adaptação do livro e não uma reprodução cinematográfica, eles não tinham obrigação nenhuma de seguir a risca o livro. Segundo, ao fazer um trabalho de representação de uma forma de arte à outra, existe sim mudanças que a arte de chegada exige; no livro temos um narrador que entrelaça os acontecimentos, no filme, a menina é que faz esse papel, ela entrelaça a sua própria história a do Pequeno Principe, além de trazer os temas abordados no livro para um contexto atual. Terceiro,  o terceiro ato incomodou muito algumas pessoas porque era uma parte que não existia no livro, e disseram que a trama se perdeu. Eu não penso dessa forma, achei incrível o terceiro ato, assim como todos os outros.

Essa parte do filme, nos tira da nossa zona de conforto, nos tira daquilo que já estamos acostumados a ver em animações. O livro do Pequeno Príncipe, em si, já não tem um vilão, e assim também é no filme, mas acho que as pessoas esperavam ver o Pequeno Príncipe como um herói, e o terceiro ato do longa desconstruiu essa ideia, como se dissessem “ninguém é perfeito”, “as pessoas se perdem de seu caminho, independente de quem ela seja”, e esta tudo bem, isso é normal, a frase que escutamos desde o inicio do filme “o problema não é ser adulto, é esquecer”, o Pequeno Príncipe ficou adulto, tudo bem, o problema foi que ele esqueceu. Esqueceu que as crianças tem suas próprias necessidades, que elas não são adultos em miniaturas, que não precisam ter grandes responsabilidades como os adultos, que elas precisam ser crianças. Que lição…. aos adultos.

E pensem só nessa temática, uma criança indo resgatar um adulto que se perdeu. Olha o quanto isso pode ser forte e impactante, talvez devêssemos parar de olhar as crianças como incapazes de uma coisa como essa, porque elas são,  e fazem isso de diferentes maneiras.

“O essencial é invisível aos olhos, e só se pode ver com o coração” – Pequeno Príncipe

Pequeno Principe - MIXSEA

O assunto renderia um artigo acadêmico, mas para não me estender muito termino dizendo que o filme vale a pena, é emocionante, um filme rico, com um cuidado em contar a história do Pequeno Príncipe, uma delicadeza, sutileza, que não tem como não se deixar ser cativado por ele. Acho muito bonito quando um profissional se propõe a fazer uma coisa e consegue de uma forma tão majestosa. Mas não adianta o filme ser fantástico, você como espectador deve estar aberto à novas experiências e deixar a fantasia tomar conta de você. Não é necessário entrar no cinema com os olhos de uma criança. O filme vai tocar e te mostrar o que é realmente essencial na vida. Dou então, nota cinco, não três nem quatro só para ser vista como uma crítica exigente, mas cinco, à um belo trabalho.

Life Is Strange Game Destaque em 2015 | Crítica

20 08

2015

life is strange episode 1 MIXSEA

 

Nome: Life Is Strange

Desenvolvedor: Dontnod Entertainment

Publicador: Square Enix

Nota: nota 5 MIXSEA

 

Life Is Strange é um game por episodio, onde o jogo se adapta a suas escolhas, nele você vive na pele de Max, uma estudante de Fotografia apaixonada pelo o que faz, é um adventure disponível para  para Windows, PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox One e Xbox 360. No primeiro episodio Max descobre que pode voltar no tempo, e assim o jogo se segue. Anunciado em 2013, o jogo foi reunindo fãs e admiradores, e teve sua grande estreia em Janeiro de 2015.

Mas a grande surpresa com o seu lançamento foi que o numero de fãs continuava aumentando a cada dia, e as criticas positivas não paravam de chegar. Hoje o jogo se encontra no penúltimo episodio (4º), e conta com um acumulo enorme de criticas positivas, podendo chegar a ganhar o titulo de ”Jogo do Ano”.

O visual e a historia do jogo são incríveis, principalmente por ter uma pegada com um olhar artístico, porém não conta com gráficos de ultima geração, mas isso é o de menos pois a historia te prende, e os gráficos são a ultima coisa que se nota.

Eu amei esse jogo, e indico para todos que conheço pois com uma ideia simples se fez  grandioso, estou na torcida para ele receber o títulos de jogo do ano, e ficar ainda mais conhecido mundialmente.

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