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A contribuição dos videogames na aprendizagem da língua inglesa

12 12

2017

A contribuição dos videogames na aprendizagem da língua inglesa

… y otras cositas más!

Os videogames fazem parte da vida de muitas pessoas, há muito tempo. Hoje em dia, gente adulta ainda joga videogame e talvez os mesmos jogos das franquias que jogavam quando crianças. E se você perguntar pra qualquer uma dessas pessoas se os videogames as ensinaram alguma coisa, provavelmente elas vão listar pra você diversos tópicos: inclusão, lealdade, trabalho em grupo, persistência, aprimoramento do raciocínio lógico, coordenação, determinação, etc. Tudo bem que nem tudo que eu citei necessariamente poderá vir dos videogames, mas a verdade é que os jogos eletrônicos nos ensinam muitas, muitas coisas. E dentro desse universo de coisas, há uma em particular que muita gente gosta de atribuir mais às músicas, filmes e séries: o inglês.

O ingles em Digimon MIXSEA.COM.BR

jogos MIXSEA.COM.BR

Sabendo que me faltariam “provas” para defender essa minha pauta, decidi fazer uma pesquisa criada no google forms. Foram exatamente 60 pessoas avaliadas pelo meu questionário, de várias idades, profissões e gostos. Ao final da pesquisa, concluí o que eu já sabia, e agora venho aqui apresentar pra vocês e reafirmar que os videogames não necessariamente INTRODUZEM o inglês na vida das pessoas, mas como ensinam de acordo com a faixa etária e o progresso dessas pessoas nos jogos que estão jogando. No meu caso, os videogames fizeram um pouco dos dois.

Talvez as pessoas nascidas no final do anos 80 pra cá, se identifiquem mais com esse post. Isso acontece porque da metade dos anos 80 pra baixo, os jogos eram mais voltados para oarcade, sem muito enredo mas com muita funcionalidade. A jogabilidade era o que mais contava, então basicamente você seguia comandos que o jogo ia te ensinando de acordo com seu progresso. Geralmente, não precisava-se ler nenhuma estória, nem focar no enredo ou na trama de um personagem.

jogos dos anos 80 MIXSEA.COM.BR

Resumindo os anos 80

Vejam bem, não estou dizendo que TODOS eram assim (calma, mimosa!), mas eram em sua grande maioria. Se esse jogos possuíam alguma coisa pra ler, eram bem poucas. A acessibilidade das pessoas para o inglês antigamente – sendo bem menor que hoje em dia – “estimulavam” as pessoas a não se preocupar com o que estava escrito (afinal, você não sabe mesmo), e a apenas seguir o jogo, e era isso o que acontecia nos jogos que seu pai ou sua mãe jogavam.

A partir de meados dos anos 80, com o desenvolvimento das tecnologias, os jogos foram tomando mais forma no quesito de estruturação. Os personagens (em sua grande maioria ainda 2D) eram mais detalhados e caracterizados particularmente, dando-lhe uma identidade mais forte que se aproximava mais das pessoas. Os personagens e os jogos ganharam mais vida e isso exigia algo mais: uma estória.

Os anos 80 e os arcades são farinha do mesmo saco. Um praticamente não seria completo sem o outro 😛

A partir de então, as pessoas deveriam conviver com diálogos, introduções, prólogos, tutoriais, o que as poria de frente pra gramática, vocabulário, leitura, conversação e outros, tudo em inglês dentro dos videogames. Nessa época, a tecnologia de localização não existia e poucos jogos (acho que nenhum na verdade) eram traduzidos pro português. Ou você entende de inglês/ japonês, ou se perde.

Aí bugou tudo. Eu tinha 10 ou 11 anos, não sabia nada de inglês e fui jogar pela primeira vez oThe Legend of Zelda: Ocarina of Time. Pronto, ferrou. Eu não fazia ideia do que P****aquela árvore gigante estava falando pra mim. E que infernos aquela fadinha falava toda hora, eu também não sabia. Ficava 2000000 horas nos templos da vida tentando descobrir o que fazer quando uma pedra falante já tinha me dado a dica.

Legend of Zelda Ocarina of Time MIXSEA.COM.BR

Era mais fácil jogar Sonic, né? Pula, corre, morre afogado. Mas aquele tipo de jogo de aventura (Zelda) era totalmente novo pra mim, e eu queria zerar de qualquer forma. Comecei a jogar com um dicionário de inglês do meu lado, comecei a copiar os diálogos numa folha de papel e levar para minha professora de inglês me ajudar – ela ainda estava me ensinando os pronomes, mas sempre me dava uma ajudinha.

Comecei a me VIRAR pra entender o que se passava na história de Hryule, e graças a esse jogo, eu comecei a me interessar e a entender o inglês de uma forma bem mais rápida do que aprendia na escola. Depois de Zelda, vieram muitos Final Fantasy‘s para aprimorar meu aprendizado, bem como Xenosaga e outros RPGs da vida.

Por que videogames ?

100% das pessoas que responderam minha pesquisa, apontaram os videogames comoprincipal canal de entrosamento e aprendizado do inglês, sendo que 36% nunca concluíram um curso de inglês. E dessas 60 pessoas, 63% (38 pessoas) consideram seu inglês avançado, enquanto 28% consideram-se no nível intermediário. Ou seja, é incontestável a presença dos videogames na formação e no aprendizado em inglês na vida dessas pessoas. Isso pode não ser uma novidade pra vocês, gamers, mas como isso poderia ser usufruído como forma de ensinamento para as outras pessoas? Se só com os videogames, metade das pessoas se consideram mais entrosadas com o inglês graças a essa ferramenta, imagine se isso fosse de alguma forma introduzido na educação de línguas estrangeira de uma forma geral? Veja algumas imagens da pesquisa abaixo e alguns tópicos que organizei.  Clique nas imagens para ampliá-las.

Por que videogames?

  • O inglês está inserido naturalmente nos videogames. Você não é obrigado a manifestar interesse pelo aprendizado da língua, mas precisa disso para ter um bom progresso e entendimento do enredo.
  • Você aprende inglês graças ao progresso que mostra nos videogames, transformando isso num aprendizado natural. Você não “sente” mas está aprendendo.
  • A pessoa será inserida tanto no vocabulário formal quanto no informal (através de gírias, expressões e modos de se falar), ao mesmo tempo.
  • Inserção na cultura de outros países.
  • Estimula a procura do significado de palavras novas, que ainda não haviam visto nos cursos de inglês
  • Graças à dublagem, a pessoa passa a entender como certa palavra é pronunciada corretamente.
  • Familiarização com sotaques e dialetos de diversas regiões.
  • O aprendizado se reforça a longo e a curto prazo, dependendo da quantidade de videogames que você joga. Por exemplo: graças ao meu hábito de jogar videogames desde os 11 anos, tenho mais aprendizado em inglês acumulado, não somente por causa de cursos (também nunca conclui)
  • Você tem que saber o que significa uma dica em um puzzle difícil, por exemplo!
  • y otras cositas máááás (se lembrarem de mais alguma coisa, por favor se manifestem)

pesquisa-1 ingles e jogos MIXSEA.COM.BR

pesquisa-2 ingles e jogos MIXSEA.COM.BR

 

pesquisa-3 ingles e jogos MIXSEA.COM.BR pesquisa-4 ingles e jogos MIXSEA.COM.BR

Eu costumo dizer que os videogames só não dominaram o mundo por falta de credibilidade. Muitas pessoas levam a sério a falácia de que “videogame é coisa pra criança”. Bitches, se vocês APENAS SOUBESSEM… E é por isso que sempre que rola um tema legal pra escrever e disseminar o poder social dos videogames eu tenho o maior prazer em fazer. Não é alienação, não é falta de vida, não é nerdice, o que eu tô dizendo aqui é um fato: os videogames ajudam a educar as pessoas. “Educar” não no sentido de controle – como muitas instituições fazem -, mas no contexto de ampliar os horizontes, a imaginação e as possibilidades. E não se esqueçam que somos o 4° país em todo mundo que mais CONSOME videogames!

E pra concluir, afirmo com orgulho que não só as músicas, as séries e os filmes tem participação no que se diz sobre aprendizado em inglês. Os professores em sua grande maioria utilizam mais a música para facilitar o aprendizado em inglês, mas os videogames… esses sim foram os grandes responsáveis por eu saber me comunicar em inglês desde bem novinha. As mídias que muitos reduzem a apenas entretenimento, participam mais ativamente da vida das pessoas do que muitas aulas. Então por que não transformar essas mídias em algo mais? Ou, será que com certeza elas já são algo mais?

gaming pokemon video games gbc

E vocês, qual o jogo que mais ensinou vocês a entenderem inglês? Comentem bastante, quero saber de tudo e trocar mais ideia sobre isso!

Quem quiser acessar a pesquisa completa é só ir neste link . Há algumas perguntas em que as respostas estão por escrito e eu não botei no post, então se quiserem ver é só conferir lá!

 OBS: Não estamos dizendo para vocês largarem tudo e jogarem como se não houvesse amanhã, mas como vocês podem usá-los também para aprendizado juntamente com um curso de idiomas.

Texto de Morgana. Fonte: garotasgeeks

Conheça pessoas que desafiaram o mundo e fizeram de tudo para alcançar os seus sonhos e serem felizes

24 01

2017

Vemos histórias de pessoas que largaram tudo para correr atrás dos seus sonhos o tempo todo, mas porque não fazemos isso também? O que nos prende?

É claro que muitas notícias que vemos sobre isso mostram a parte do sonho realizado ou sucesso obtido e não mostram o quão difícil foi o começo da história, ou mesmo as pessoas que estiveram envolvidas. A coach Thais Roque fez diferente e convidou pessoas com esse tipo de histórias  para falarem sobre suas trajetórias, seus medos, e determinações, tudo para conseguir viver uma com mais propósito, ela reuniu essas histórias em uma websérie chama #MeuPropósito

Thais tirou a inspiração para este projeto de sua própria história de vida. Ela nunca foi feliz com o seu corpo e, depois de formada em administração, o stress do mundo corporativo fez com que ela engodasse 30 quilos, dormisse no carro, e chorasse todas as manhãs. Por isso, estava sempre trocando de empregos na esperança de achar um que seria o ideal, e encontrou mesmo, mas não naquele ramo, hoje ela é couch de vida e ajuda as pessoas que passam por problemas que um dia ela também passou

Veja então, algumas das pessoas que transformam medos e inseguranças em sonhos realizados, com muita determinação e trabalho:

Anel possibilita cegos lerem livros comuns

30 10

2016

O avanço tecnológico tem se mostrado muito eficaz no que se refere a salvar e melhorar a qualidade de vida de pessoasmundo a fora. Conheçam um produto, que ainda está em fase de protótipo, desenvolvido por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Masschussets), trata-se de um anel que ajuda deficientes visuais a ler livros comuns (aqueles que não tem braille).

“Chamado de FingerReader (algo como: dedo leitor), basta apontá-lo para um livro ou leitor de e-book, como o Kindle, que o anel escaneia todo o espaço ao redor e lê em voz alta, em tempo real e, se o usuário quiser, ele faz a tradução simultânea do conteúdo.”

O produto ainda vibra quando chega ao final e começo de uma linha, e possui um algoritmo capaz de detectar se o usuário se afastou da linha base do texto, ajudando a manter um movimento de escaneamento em linha reta. Absolutamente sensacional!

Veja o FingerReader em funcionamento:

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Texto de: Vicente Carvalho

Fonte: Razões para acreditar

5 games que vão virar filmes até 2017

14 08

2016

Todo mundo sabe que os filmes baseados em jogos de vídeo-game costumam fazer o maior sucesso, como por exemplo, o filme Lara Croft: Tomb Raider, baseado no game de mesmo nome e também Resident Evil, que ganhou uma série de filmes.

Se você gosta de games ou de filmes baseados neles, fique esperto, pois em breve muito filmes serão lançados inspirados nos games mais incríveis. Hoje vamos mostrar 5 deles abaixo. Veja:

1. Metal Gear Solid

O filme com data de lançamento marcada para 2017, será inspirado na série série “Metal Gear”. O sua produção e lançamento será pela Columbia Pictures.

Por outro lado, o quinto jogo da série, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, será lançado no dia primeiro de setembro de 2016 e deve ser o último feito por Hideo Kojima, criador da franquia.

2. Ratchet & Clank

A popular série de plataforma da Sony será transformada em uma animação 3D, no entanto, o filme não criou muitas expectativas. Efeitos com pouca qualidade e dubladores desconhecidos preocupam os fãs do jogo.

3. Resident Evil: O Capítulo Final

Depois de cinco filmes que foram sucesso de  bilheteria, o último filme da série Resident Evil com Paul W.S. Anderson na direção e Milla Jovovich como protagonista está com lançamento previsto para setembro de 2016. No filme, a história volta às origens e Alice retorna à mansão da Umbrella para impedir a destruição da humanidade.

4. Uncharted

Uncharted está em desenvolvimento desde 2007 e já passou pelas mãos de vários diretores e produtores. A Sony chegou a contratou Mark Boal, vencedor do Oscar pelo roteiro de “Guerra ao Terror”, para escrever a adaptação. Seth Gordon está na direção do filme e ele será lançado em  2016.

5. Assassin´s Creed

A adaptação de Assassin´s Creed será estrelada por Michael Fassbender em dois papeis. De acordo com o roteiro, que se passa também na época da Inquisição Espanhola, Fassbender seria o assassino espanhol Aguilar de Agarorobo e seu descendente nos tempos atuais, um condenado chamado Michael Lynch. A Fox anunciou que o filme será lançado em 21 de dezembro de 2016.

Fonte: www.redenoticiador.com

Teremos representante da comunidade LGBT na abertura da Olimpíada, que promete fazer história

02 08

2016

 Lea T é transexual e será a primeira com papel de destaque em uma cerimônia olímpica. O que é uma notícia boa entre as tantas outras desastrosas dos jogos que estão prestes a iniciar em nosso país.

A participação ainda é misteriosa, assim como ocorre com o formato da pira olímpica e outras agendas que compõe a abertura dos jogos, que sempre são sigilo para surpreender o público do mundo todo. Mesmo com todo o sigilo, saber que ela estará lá representando a comunidade TRAS/GAY/LGBT/ já é maravilhoso. Sua missão será representar o livre arbítrio e a liberdade tanto de gênero como do corpo.

Ao lado de celebs como Elza Soares, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Anitta, Lea fará história no próximo dia 5 de agosto, diante de cerca de 70 mil espectadores no Maracanã e de estimados mais o mundo todo que acompanhará pela TV.

Leandra Medeiros Cerezo, para os desavisados  é uma estilista e modelo transexual mineira que tornou-se mundialmente famosa como uma das estrelas de uma campanha da grife francesa Givenchy, em 2010, assim como participando de um ensaio fotográfico nu para a edição de agosto de 2010 da revista francesa Vogue.

E se você ainda acha que é pouco, de acordo com a ONG Transgender Europe (TGEU), entre janeiro de 2008 e março de 2014 o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, com 604 mortes registradas no período.

Vai ter representatividade sim!

 

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