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Contagem de mortes do Homem de Ferro e Capitão America

28 05

2016

Recentemente estreou nos cinemas o filme Capitão America- Guerra Civil, no filmes mostra o confronto de duas equipes: uma que apoia o registro dos super heróis, onde vemos o Iron Man e como”líder”, e outra que é contra o registro e que tem como “líder” o Capitão America.  O filme, é claro, contém algumas cenas de lutas entre os dois, mas você seria capaz de dizer quantas pessoas e robôs cada um dos dois matou???

Meio difícil né?! Visto que são tantos filmes e que nem sempre as mortes ficam tão evidentes assim nos filmes da Marvel, mas o pessoal do canal Mr Sunday Movies fez um vídeo para cada herói fazendo a contagem de mortes cada um leva em sua consciência, veja abaixo os videos:

Os videos são bem interessantes, e nos mostram um lado da Marvel que não fica quase nada evidente, afinal de contas, todo mundo já ouviu aquela frase “mas não morre ninguém nesses filmes” e com esses videos vimos que não é bem assim. E lembrando que esses videos não levam em conta os acontecimentos do filme Capitão America- Guerra Civil

Livros ótimos que viraram jogos a altura

10 05

2016

Já há algum tempo os jogos de videogames são uma potencia no universo das crianças e adolescentes, cada vez mais estes jogos ganham espaço no mercado e viram potência. Os livros andam também se relacionando com o jogos, recentemente alguns games viraram livros, como GTA, Dead Island e Assassin’s Creed, mas falaremos aqui do livro como fonte inspiradora, inspirando jogos de videogame. com uma lista de 10 livros que viraram games:

1- O Último Desejo

SINOPSE: “Geralt de Rívia é um bruxo. Um feiticeiro cheio de astúcia. Um matador impiedoso. Um assassino de sangue-frio treinado, desde a infância, para caçar e eliminar monstros. Seu único objetivo: destruir as criaturas do mal que assolam o mundo. Um mundo fantástico criado por Sapkowski com claras influências da mitologia eslava. Um mundo em que nem todos os que parecem monstros são maus nem todos os que parecem anjos são bons.”

OS JOGOS: Como muitos sabem, já foram lançados 3 jogos da franquia The Witcher (além de dois spin-offs), produzidos pela CD Projekt RED. O primeiro foi lançado em 2007 e começa com Geralt desmemoriado. Gradualmente, ele descobre que é um renomado feiticeiro, com inimigos e amigos em todos os lugares – que lembram dele, mesmo que ele não saiba quem eles são. Na pele de Geralt, são as ações do jogador que vão redefinir esses relacionamentos e escolher que caminho seguir no cenário político que se complica.

Apesar da jogabilidade não ser das melhores e o sistema de lutas ser um tanto estranho (ou tedioso, segundo alguns), o mundo e a história – adaptados dos livros, é claro – fazem deste um bom começo para uma série que melhora a cada jogo.

Por falar nisso, The Witcher 2: Assassins of Kings, lançado em 2011, apresenta gráficos e sistema de lutas bastante evoluídos em comparação ao primeiro, e permite que você importe o jogo concluído para continuar do ponto em que parou antes – considerando que suas decisões determinaram seu final em The Witcher, isso é bem legal. O enredo continua denso, cheio de reviravoltas e temas controversos, mostrando claramente que, neste mundo, não há bem ou mal, apenas escolhas e consequências.

The Witcher 3: Wild Hunt, a aguardada continuação, foi lançada em maio de 2015 e conseguiu agradar seus fãs ansiosos. Neste jogo, os gráficos superaram quaisquer expectativas; embora o jogo requira um PC bem potente para mostrar todo seu potencial, não precisa estar no “ultra” para perceber quão perto da perfeição a CD Projekt RED chegou dessa vez. A 60 quadros por segundo, a fluidez dos movimentos (no PC – nos consoles, Wild Hunt roda a 30 quadros por segundo e apresenta alguns problemas de travamento) e os detalhes nas paisagens, monstros e personagens são uma das coisas mais marcantes deste jogo, aliada ao imenso mapa, por onde inúmeras quests principais e secundárias se espalham, que é de deixar qualquer gamer boquiaberto. Sem surpresa alguma, é um dos fortes concorrentes ao prêmio Game of the Year da E3 (Eletronic Entretainment Expo).

2- O Senhor dos Anéis

SINOPSE: “Alternadamente cômica, singela, épica, monstruosa e diabólica, a narrativa desenvolve-se em meio a inúmeras mudanças de cenários e de personagens, num mundo imaginário absolutamente convincente em seus detalhes. Nas palavras do romancista Richard Hughes, ‘quanto à amplitude imaginativa, a obra praticamente não tem paralelos e é quase igualmente notável na sua vividez e na habilidade narrativa, que mantêm o leitor preso página após página’. Tolkien criou em Senhor dos Anéis uma nova mitologia, num mundo inventado que demonstrou possuir um poder de atração atemporal.”

OS JOGOS: Devido a qualidade dos livros, o grande reconhecimento, e o número de fãs muitos jogos foram baseados nessa história. Uma pesquisa rápida no Google me deu 10 jogos inspirados nessa história, desde a versão LEGO a jogos com histórias inéditas. Considerando que as adaptações mais “fiéis” aos livros ou aos filmes não são lá muito marcantes, vou falar um pouco desses jogos mais exóticos: o já citado LEGO O Senhor dos Anéis, Lord of the Rings: War in the North e Middle-earth: Shadow of Mordor.

LEGO O Senhor dos Anéis (2012): Com grandes doses de humor, o jogo produzido pelaTraveller’s Tales e distribuído pela Warner Bros segue a trilogia cinematográfica e permite que o jogador alterne entre os personagens principais e secundários. Por ser um jogo para o público infantil, algumas mudanças são feitas para deixar a história mais leve, mas qualquer fã de Tolkien teria bons momentos com ele.

Lord of the Rings: War in the North (2011): Desenvolvido pela Snowblind Studios e distribuído pela Warner Bros, é um jogo amplamente descrito como “bom”: gráficos são bons, a jogabilidade é boa, os personagens são bons… Mas, como fã dos livros e/ou filmes, é bastante interessante a ideia de vivenciar o que acontecia no Norte enquanto Frodo e a Comitiva do Anel seguiam seu caminho até a Montanha da Perdição. Apesar dos personagens famosos fazerem “participações especiais”, os protagonistas aqui são uma elfa de Valfenda, um anão de Erebor e um Dúnedan (humano da estirpe de Aragorn), que têm como objetivo matar todos os orcs no caminho do Pônei Saltitante até o Norte. Muitos jogadores reclamam dos bugs frequentes (especialmente aqueles com placa de vídeo ADM), mas a maioria dos fãs é capaz de passar por cima desses problemas em prol de uma história diferente na Terra-média – e com Águias!

Middle-earth: Shadow of Mordor (2014): Desenvolvido pela Monolith Productions e distribuído pela Warner Bros, o jogo se passa no período de 40 anos entre O Hobbit e O Senhor dos Anéis, quando Sauron instalou-se em Mordor e trouxe o mal àquela terra. Apesar de participações dos personagens tradicionais, o foco aqui é Talion, guerreiro humano que perdeu sua família (e sua própria vida) nas mãos de um servo de Sauron. Retornando dos mortos com a ajuda de um wraith – espírito de um elfo – também em busca de vingança, ele parte para Mordor com a missão de matar todo orc em seu caminho até Sauron. Não é um jogo perfeito ou inovador – apesar do sistema Nêmesis, onde seus inimigos “sobem de nível” nos ranks ao matar você –, mas ainda é uma ótima opção para quem quer voltar à Terra-média e viver uma aventura diferente.

 

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Luvas que traduzem linguagem de sinais em texto e fala

07 05

2016

Thomas Pryor e Navid Azodi são alunos do segundo ano de graduação da Universidade de Washington (UW) que estudam Engenharia Aeronáutica & Astronáutica  e Administração de Empresas, respectivamente. Os dois se conheceram seu primeiro ano e conectados através de um interesse comum em invenção e resolução de problemas.

Os dois são as mentes brilhantes que estão por trás da incrível luva que traduz linguagens de sinal instantaneamente veja abaixo um vídeo que explicam o motivo que levou eles a criarem tal invenção e que mostra como as luvas funcionam e onde eles.

Mais um avanço para a comunicação humana.

Empreendedor brasileiro cria primeira loja virtual de objetos para canhotos

03 05

2016

A cada 10 pessoas no mundo, uma é canhota. E, a cada 10 pessoas canhotas no mundo, 10 sofrem dificuldades no cotidiano por serem assim. Seja com as carteiras do colégio, com o mouse do computador, com a maçaneta da porta ou com um simples abridor de latas. Os destros não percebem, mas a maioria das coisas na nossa sociedade é desenvolvida para eles, já que são a maioria.

Pensando nisso, o brasileiro Ricardo Michels Silva abriu a loja virtual No Destro, que vende apenas produtos para canhotos. Por enquanto, a loja não vende uma quantidade grande de objetos, mas, segundo o empreendedor, está investindo muito em materiais escolares, como régua, tesoura, livros e cadernos.


Ricardo conta que a ideia de abrir a loja veio de um episódio da série Os Simpsons, onde Ned Flanders, o vizinho da família Simpson, tinha uma loja de produtos para canhotos. Então, pesquisou se existia algo do gênero na internet. Achou lojas apenas nos Estados Unidos, mas nada pelo Brasil. Um alívio para os canhotos.

25 sinais de que você é uma pessoa viciada em livros

18 04

2016

O primeiro passo é admiti-lo. O segundo passo é manter a direita na leitura. Veja quantos sinais você tem e se se identifica como um viciado em livros:

1. Quando era pequeno, os livros eram seus melhores amigos no mundo.

2. Quando está lendo um bom livro esquece de comer ou dormir.

3. Seus altos e baixos são completamente ditados pelo livro que está lendo.

Às vezes há gritos.

Às vezes é mais sutil.

4. Ficou traumatizado por coisas que acontecem “apenas” nos livros que lê.

5. A imagem em sua carteira mostra seu cartão de biblioteca, em vez de sua carteira de motorista.

6. Pensa em cores em termos de clássicos da Penguin.

7. Dias chuvosos > dias ensolarados.

Apesar de conseguir sair para fora em um dia bonito …

8. Isso é tudo o que pensa quando retrata sua “casa dos sonhos”.

E a sua ideia de um fim de semana divertido é reorganizar sua biblioteca de 100 maneiras diferentes.

9. Andar por uma livraria fechada é tortura.

Quando está aberta, é incapaz de ir sem comprar alguma coisa.

E ainda desenvolveu uma paixão por um empregado da livraria baseada unicamente em suas escolhas pessoais.

10. Sempre que realiza qualquer ideia ou projeto, o primeiro passo é ler um monte de livros sobre o assunto.

Assume que um livro pode ensinar-lhe qualquer coisa.

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