5 games que vão virar filmes até 2017

14 08

2016

Todo mundo sabe que os filmes baseados em jogos de vídeo-game costumam fazer o maior sucesso, como por exemplo, o filme Lara Croft: Tomb Raider, baseado no game de mesmo nome e também Resident Evil, que ganhou uma série de filmes.

Se você gosta de games ou de filmes baseados neles, fique esperto, pois em breve muito filmes serão lançados inspirados nos games mais incríveis. Hoje vamos mostrar 5 deles abaixo. Veja:

1. Metal Gear Solid

O filme com data de lançamento marcada para 2017, será inspirado na série série “Metal Gear”. O sua produção e lançamento será pela Columbia Pictures.

Por outro lado, o quinto jogo da série, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, será lançado no dia primeiro de setembro de 2016 e deve ser o último feito por Hideo Kojima, criador da franquia.

2. Ratchet & Clank

A popular série de plataforma da Sony será transformada em uma animação 3D, no entanto, o filme não criou muitas expectativas. Efeitos com pouca qualidade e dubladores desconhecidos preocupam os fãs do jogo.

3. Resident Evil: O Capítulo Final

Depois de cinco filmes que foram sucesso de  bilheteria, o último filme da série Resident Evil com Paul W.S. Anderson na direção e Milla Jovovich como protagonista está com lançamento previsto para setembro de 2016. No filme, a história volta às origens e Alice retorna à mansão da Umbrella para impedir a destruição da humanidade.

4. Uncharted

Uncharted está em desenvolvimento desde 2007 e já passou pelas mãos de vários diretores e produtores. A Sony chegou a contratou Mark Boal, vencedor do Oscar pelo roteiro de “Guerra ao Terror”, para escrever a adaptação. Seth Gordon está na direção do filme e ele será lançado em  2016.

5. Assassin´s Creed

A adaptação de Assassin´s Creed será estrelada por Michael Fassbender em dois papeis. De acordo com o roteiro, que se passa também na época da Inquisição Espanhola, Fassbender seria o assassino espanhol Aguilar de Agarorobo e seu descendente nos tempos atuais, um condenado chamado Michael Lynch. A Fox anunciou que o filme será lançado em 21 de dezembro de 2016.

Fonte: www.redenoticiador.com

Como eu era antes de você |Critica

11 07

2016

Título: Como eu era antes de você


Direção:
 Thea Sharrock

Ano: 2016

Duração: 1 hora e 81 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Drama, Romance

Nota: nota 5 MIXSEA

 

Dia 16/06 estreiou nos cinemas brasileiros a adaptação do livro Como eu era antes de você da Jojo Moyes. Já comentamos dos livros da autora aqui no blog, mas vamos ao filme.

A história de Louisa Clark é muito simples, ela levava uma vida monótona em uma pequena cidade no interior da Inglaterra com a sua família, trabalhando em um café, sempre muito criativa com roupas que realmente mostram a sua personalidade, de repente ela percebe que sua vida de sempre vai precisar passar por uma grande mudança, o café que Lou trabalhava durante muitos anos fecha, e ela sai em busca de um novo emprego, após ter tentado varias opções ela encontra um que poderia ser o ideal, como cuidadora de um tetraplégico.

E ai que chega a parte que nos interessa dessa história, Lou começa a trabalhar e cuidar de Will, um jovem que sofre um acidente de moto, Will perdeu completamente a vontade de viver e alegria, do outro lado temos Lou, uma menina cheia de alegria e cores, e a luta dos opostos é sensacional.

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Com o desenrolar da trama percebemos o gelado coração do Will se amolecer e ser tomado pelas cores que vem de Lou, mas aqui temos um ponto negativo, se você leu o livro antes de ir ao cinema vai sentir falta da emoção transmitida pelos personagens com o desenrolar dos fatos, porém, se você não leu o livro, o filme é capaz de transmitir uma emoção que transborda nos olhos.

Não serei capaz de dar um grande spoiler sobre o final do filme, mas o fato é que ele traz uma grande lição de vida para todos os espectadores, nos chamando atenção para sempre pensar nos detalhes que a vida pode oferecer, e para aproveitar cada instante pois ele pode se tornar o ultimo.

 

”Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possivel.”

 

A grande questão desse filme fica aberta para o espectador: ele teve ou não um final feliz?

”APENAS VIVA BEM. APENAS VIVA”

Trailer:

Contagem de mortes do Homem de Ferro e Capitão America

28 05

2016

Recentemente estreou nos cinemas o filme Capitão America- Guerra Civil, no filmes mostra o confronto de duas equipes: uma que apoia o registro dos super heróis, onde vemos o Iron Man e como”líder”, e outra que é contra o registro e que tem como “líder” o Capitão America.  O filme, é claro, contém algumas cenas de lutas entre os dois, mas você seria capaz de dizer quantas pessoas e robôs cada um dos dois matou???

Meio difícil né?! Visto que são tantos filmes e que nem sempre as mortes ficam tão evidentes assim nos filmes da Marvel, mas o pessoal do canal Mr Sunday Movies fez um vídeo para cada herói fazendo a contagem de mortes cada um leva em sua consciência, veja abaixo os videos:

Os videos são bem interessantes, e nos mostram um lado da Marvel que não fica quase nada evidente, afinal de contas, todo mundo já ouviu aquela frase “mas não morre ninguém nesses filmes” e com esses videos vimos que não é bem assim. E lembrando que esses videos não levam em conta os acontecimentos do filme Capitão America- Guerra Civil

O bem feito “X-men Apocalipse” | Crítica

20 05

2016


Título: X-men Apocalipse


Direção:
 Bryan Singer

Ano: 2016

Duração: 2 horas e 24 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Ação, Fantasia

Nota: nota 5 MIXSEA

NOTA: O POST A SEGUIR CONTÉM SPOILERS DO FILME X-MEN APOCALYPSE. NÃO LEIA SE AINDA NÃO VIU O FILME.

Dia 19/05 estreiou nos cinemas brasileiros o mais novo longa da franquia x-men dos cinemas: X-men Apocalipse. Ambientado nos anos 80 (1983, mais especificamente) o filme tem como base dois segmentos: a (re)criação dos x-men, com o recrutamento dos famosos mutantes Jean Grey, Scott Summers, Noturno, e outros, e a história do lendário vilão Apocalipse.

Tendo como foco o segundo segmento, primeiramente, o vilão Apocalipse ganha o público já na cena de abertura, em que é mostrada de maneira fenomenal a sua história no Egito Imagem de apocalypse, movies, and foxantigo (alguns acreditam ter sido a melhor cena de abertura da franquia desde X-men 2). Milhares de anos depois – vale ressaltar a criatividade da passagem do tempo do Egito Antigo para os anos 1980 –  Apocalipse é ressuscitado e acorda em um mundo completamente diferente do que conhecia, em que os humanos perderam o rumo da humanidade com os seus falsos Deuses e suas superpotências.  Ele parte, então, em busca dos seus Quatro Cavaleiros – peste, guerra, morte e fome – para dar início à reformulação do mundo.

Por outro lado, temos a escola Charles Xavier para jovens superdotados, um tipo de santuário mutante, o lugar em que crianças e jovens podem aprender e viver sem se preocupar com questões como preconceito. Pelo menos enquanto estão ali. Embora o mundo tenha aceitado os mutantes, não quer dizer que ele tenha os abraçado. Crítica que fica clara com o recrutamento de Noturno pela Mística e em um diálogo entre esta e Charles.

Apesar dessa questão de inclusão, sempre presente nos filmes da franquia, uma vez que é exatamente isso que os mutantes representam – minorias da sociedade e a aceitação desta para com aqueles – é emocionante ver a interação dos jovens mutantes – Jean, Scott, Mercúrio e Kurt – entre si e com os mais antigos – Mistica, Fera e, principalmente, Xavier. A química entre o trio mais novo (sem mercúrio, uma vez que ele paira entre os mais antigos, e sem Jubilee, uma vez que a mesma só tem uma participação de fan service no filme) é tangente e nos leva a querer uma exploração maior deles sendo adolescentes – fugindo da escola para ver Star Wars (!).

Além disso, o desenvolvimento individual de vários personagens foi bem explorado durante todo o filme. Jean fica como a grande surpresa, Scott como o personagem cuja personalidade foi mais afetada pelos acontecimentos e Kurt como alívio cômico, sem ser forçado, apenas sendo fiel ao querido personagem dos quadrinhos. Mística é apenas uma figura heroica para os mais novos, sem ser protagonista de tudo, como muitos acharam que aconteceria. Fera é, como sempre, o braço direito de Charles, porém mais incisivo em achar que eles devem se preparar para lutar.

Charles, tão bem interpretado por JamesImagem de cyclops, x-men, and jean grey Mcavoy, se torna o famoso Professor que tanto conhecemos. Mercúrio protagoniza duas cenas míticas e tem seu próprio amadurecimento revelado quando a questão é o seu pai, Magneto, que por sua vez, possui um arco próprio que paira entre um cara normal, vilão e herói. E, por último, não antes citada aqui, Tempestade, bastante criticada até então, mas que, na minha opinião, foi correta no seu papel durante o filme: uma adolescente sem família ou amor, que rouba para viver. Extremamente manipulável por Apocalipse, que lhe dá grandeza. O bom caráter de Ororo não foi totalmente corrompido, como é possível notar no filme e, para ela, podemos apenas esperar mais aparições em que a mesma obtenha protagonismo.

Obviamente um filme com tantos personagens não conseguiria ser eficiente em tratar da história de todos com a mesma importância que cada um merece. No caso de X-men Apocalipse, sendo isso o que o filme mais deixa a desejar, é a pouco exploração de dois cavaleiros: Psylocke (Betsy) e Anjo/Arcanjo (Warren Worthington III). A impressão que esses personagens deixam é que foram usados para “tapar um buraco”, o que é lamentável, uma vez que ambos tem histórias incríveis nos quadrinhos. Embora Psylocke protagonize cenas fantásticas de luta, a personagem mal abre a boca e, do mesmo modo, embora o Anjo protagonize uma das cenas mais fortes do filme (quando ganha as asas metálicas), ele se mostra descartável, inútil. Não há menção alguma sobre de onde esses personagens surgiram, quem eles são de verdade.

Por fim, o filme é feliz em adaptar um dos arcos mais famosos das histórias dos mutantes para o cinema. Os aspectos técnicos, como a voz do vilão, são bons e os personagens tem, todos eles, até os com menos aparições ou falas, a sua importância. O filme transmite seriedade, mas sem forçar, e é cômico na medida correta. Não só os personagens se conectam, mas o filme possui referências de outros filmes da franquia e das HQs. Lembra o desenho X-men Evolution. Quem é fã sai com um sentimento de “finalmente” e quem não é de surpresa.

Veja o trailer:

O surpreendente “Capitão América: Guerra Civil”| Crítica

30 04

2016

ATENÇÃO: O post a seguir não contém spoilers comprometedores, mas se não quiser ter conhecimento algum sobre o filme, NÃO LEIA.

 

Título: Capitão América: Guerra Civil

Direção: Anthony Russo, Joe Russo

Ano: 2016

Duração: 2horas e 28 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Ação

Nota: nota 5 MIXSEA

 

 

Dia 28 de Abril de 2016 estreou nos cinemas brasileiros um dos maiores e, talvez, melhores filmes de super heróis já visto. Produzido pela Marvel/Disney, Capitão América: Guerra Civil alcança expectativas ao adaptar um dos mais famosos arcos das HQs, na medida do possível, uma vez que vários personagens das HQs ou não pertencem ao MCU (Marvel Cinematic Universe) ou não haviam sido introduzidos nos filmes e não seria adequado os apresentar na trama, sem desenvolvê-los.

Os últimos acontecimentos globais protagonizados pelos heróis levaram políticos de vários países a acordarem um meio de controlar as ações dos vingadores, e de qualquer um que aja por conta própria como vigilante, super-herói, etc. Esse é o principal fator que leva os vingadores a se dividirem em primeiro lugar. Lutando por seus objetivos e pelo que acreditam Steve Rogers e Tony Stark iniciam a ruptura nos, até então, bem estruturados Vingadores.

Fonte: weheartit.com

Claro que o fator político não é o único a mover os heróis. Quando Bucky Barnes é apresentado como ameaça, Steve Rogers não mede esforços para ficar ao lado do ex-amigo. Assim, escolhas são feitas, amigos lutam contra amigos, revelações alteram para sempre (talvez) as relações entre Vingadores e o futuro do grupo termina incerto.

Apesar da história, que é desenvolvida de forma fantástica, com reviravoltas inesperadas, é importante destacar o aparecimento de dois personagens incríveis e do desenvolvimento de outros. O Homem-Aranha de Tom Holland traz uma versão do amigo da vizinhança até então nunca vista nos cinemas: o cabeça de teia, literalmente, adolescente. Com papel fundamental no filme, é de se parabenizar o MCU por ter trazido o personagem para o seu universo. A trama teria sido certamente mais vazia e menos barulhenta sem Peter Parker.

O segundo personagem é o Pantera Negra, extremamente esperado pelos fãs e tão bem interpretado por Chadwick Boseman, que trouxe a essência e a elegância do T’challa. Elegância pela coreografia de lutas feitas pelo Pantera, que trouxeram uma satisfação aos olhos de tão bem feitas, e sua atitude na cena final. Ademais, foi possível apreciar mais momentos em tela de personagens como Bucky Barnes e Sharon Carter, essenciais nas histórias do Capitão América, Wanda Maximoff e Visão, importantes protagonistas de vários momentos.

Por fim, Capitão América: Guerra Civil é bem sucedido em introduzir tantos personagens ao filme e não deixar um sem desenvolvimento. Claro que nem todos puderam ser tão bem explorados, mas todos obtiveram seus momentos e importância para a história. Tecnicamente excelente, com cenas de lutas de tirar o fôlego e efeitos sonoros incríveis, o filme abre a fase três do MCU, deixa incertezas sobre o futuro do grupo e dos personagens e um gostinho de quero mais.

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