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Pai usa câmera para retratar o universo do filho autista

01 11

2015

O fotógrafo Timothy Archibald usou a câmera para retratar o universo do filho autista na série para o livro intitulado “Echolilia: Sometimes I Wonder”

Segundo Archibald, seu filho Elijah foi diagnosticado como portador de autismo e isso, além de tê-lo ajudado a compreender Eli (apelido dado ao filho) melhor, foi a oportunidade de tentarem achar uma ponte emocional entre eles -entra aí, inclusive, a fotografia. “Echolilia”, além de dar nome à série fotográfica, é uma das formas de se pronunciar, em inglês, a palavra ecolalia, que remete à repetição de sons e é um sintoma relativamente comum em crianças com alguns tipos de autismo.

Sobre o projeto de 2010 que ainda se mantém atual, o fotógrafo afirma que, ao fazer as fotos, ora ele conduz, ora o filho o faz, mas sempre algo inesperado é capturado pela lente da câmera. O mais impressionante e peculiar é não capturar momentos clichês ou de sorrisos robotizados como é feito pela maioria das famílias.

Você pode comprar o livro aqui e ler histórias relacionadas a algumas das fotografias aqui (em inglês).

Todas as imagens e direitos por Timothy Archibald.

Fotógrafo registra a “Morte da Conversa”

10 10

2015

É comum vermos hoje pessoas que se reiunem no mesmo lugar mas cada um fica em seu canto, em seus celulares, tablets e semelhantes. Pessoas que mesmo estando ali, parecem estar tão ausentes. O fotógrafo Babycakes Romero quis representar esse quadro.

O nome do seu projeto é “O Fim da Conversa”, que é como ele vê essas inúmeras situações.  Babycakes Romero explica que não é contra a tecnologia mobile, inclusive que gosta muito das facilidades que ela proporciona, mas diz que por outro lado, acredita que o uso excessivo dos aparelhos têm tornado as pessoas seriamente entediadas. Você concorda?

Olhe as fotos e tire suas conclusões:

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Série fotográfica sobre os “Almendrones”: taxis cubanos da década de 60

16 08

2015

Há uma polêmica no Brasil envolvendo o serviço Uber (uma espécie de motorista particular com preço semelhante ao dos táxis, mas com carros e serviços mais confortáveis) e os tradicionais táxis que acusam o “concorrente” de não pagar os devidos tributos. Num contexto diferente podemos ver Cuba: um país conhecido pelo visual retrô que o faz aparentar estar da década de 60 em virtude do histórico boicote econômico ao país. Com seus serviços de táxis não podia ser diferente.

Os chamados “almendrones”, embora em sua maioria ilegais e concorrentes dos táxis tradicionais (que são propriedade do governo), são muito comuns em Havana e representam como ninguém o visual do país com veículos produzidos em meados do século passado.

O boicote econômico e a falta de relação comercial com países como os EUA impediu a entrada de veículos novos à população e dificultou a restauração dos modelos antigos o que tornou viável o serviço dos “almendrones”. Todavia, como as relações entre os EUA e a ilha tem melhorado no governo Obama, não se sabe se o serviço dos antiguinhos será mantido por muito tempo.

Em visita ao país, o fotógrafo Meinicke capturou imagens desses automóveis e, numa relação antitética, os “amendrones” foram clicados por câmeras e lentes de última geração: o mais próximo da modernidade que esses carrinhos chegaram.

Vale ressaltar o valor histórico-cultural do país e dos “antigos táxis” que são mais um retrato da estética cubana.

E aí, que tal ir a Havana dar rolê de “almendrone”?

Como as lentes das câmeras podem retratar as paranóias modernas

10 08

2015

Mr. Toledano, fotógrafo, criou em 2004 uma série chama “Hope and Fear” (esperança e medo), com a ideia de representar as paranoias da sociedade norte-americana fazendo uma reflexão sobre as esperanças e os medos, anseios e dúvidas, que nos rondam.

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O fotógrafo faz questão de frisar que todos os trajes são reais e não contém nenhum tipo de retoque digital. A proposta de fazer essa série é que o expectador reflita sobre questões como “O que nós amamos? Qual é a nossa função social e o que é adoração? Do que temos medo?”, que o próprio Toledano fez.

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É interessante perceber que as  nossas inseguranças, esperanças, medos, anseios , dúvidas, no final das contas viram consumo. A pressão da sociedade, muitas vezes não nos deixa suportar ter o que temos, ou ser quem somos…

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