Warning: in_array() expects parameter 2 to be array, string given in /home/mixse325/public_html/wp-content/plugins/wordpress-mobile-pack/frontend/sections/show-rel.php on line 77

Conheça pessoas que desafiaram o mundo e fizeram de tudo para alcançar os seus sonhos e serem felizes

24 01

2017

Vemos histórias de pessoas que largaram tudo para correr atrás dos seus sonhos o tempo todo, mas porque não fazemos isso também? O que nos prende?

É claro que muitas notícias que vemos sobre isso mostram a parte do sonho realizado ou sucesso obtido e não mostram o quão difícil foi o começo da história, ou mesmo as pessoas que estiveram envolvidas. A coach Thais Roque fez diferente e convidou pessoas com esse tipo de histórias  para falarem sobre suas trajetórias, seus medos, e determinações, tudo para conseguir viver uma com mais propósito, ela reuniu essas histórias em uma websérie chama #MeuPropósito

Thais tirou a inspiração para este projeto de sua própria história de vida. Ela nunca foi feliz com o seu corpo e, depois de formada em administração, o stress do mundo corporativo fez com que ela engodasse 30 quilos, dormisse no carro, e chorasse todas as manhãs. Por isso, estava sempre trocando de empregos na esperança de achar um que seria o ideal, e encontrou mesmo, mas não naquele ramo, hoje ela é couch de vida e ajuda as pessoas que passam por problemas que um dia ela também passou

Veja então, algumas das pessoas que transformam medos e inseguranças em sonhos realizados, com muita determinação e trabalho:

Teremos representante da comunidade LGBT na abertura da Olimpíada, que promete fazer história

02 08

2016

 Lea T é transexual e será a primeira com papel de destaque em uma cerimônia olímpica. O que é uma notícia boa entre as tantas outras desastrosas dos jogos que estão prestes a iniciar em nosso país.

A participação ainda é misteriosa, assim como ocorre com o formato da pira olímpica e outras agendas que compõe a abertura dos jogos, que sempre são sigilo para surpreender o público do mundo todo. Mesmo com todo o sigilo, saber que ela estará lá representando a comunidade TRAS/GAY/LGBT/ já é maravilhoso. Sua missão será representar o livre arbítrio e a liberdade tanto de gênero como do corpo.

Ao lado de celebs como Elza Soares, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Anitta, Lea fará história no próximo dia 5 de agosto, diante de cerca de 70 mil espectadores no Maracanã e de estimados mais o mundo todo que acompanhará pela TV.

Leandra Medeiros Cerezo, para os desavisados  é uma estilista e modelo transexual mineira que tornou-se mundialmente famosa como uma das estrelas de uma campanha da grife francesa Givenchy, em 2010, assim como participando de um ensaio fotográfico nu para a edição de agosto de 2010 da revista francesa Vogue.

E se você ainda acha que é pouco, de acordo com a ONG Transgender Europe (TGEU), entre janeiro de 2008 e março de 2014 o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, com 604 mortes registradas no período.

Vai ter representatividade sim!

 

Vídeo mostra como é viver com depressão

26 06

2016

Living with depression (“Vivendo com depressão”, em português) mostra os momentos da vida de uma pessoa com o distúrbio e alguns de seus sintomas, que tornam a rotina e as coisas mais simples do dia a dia um desafio a ser superado. A  intenção é de mostrar que a doença precisa ser tratada, que as pessoas não estão sozinhas, e que existe cura, quando ela é procurada.

“Espero que isso ajude você a entender o processo. Eu fiz isso porque muitas pessoas parecem pensar que estar deprimido é algo que você escolhe e que, no final, tudo se resume a olhar pela janela e ouvir música triste”. Assim começa o texto que a atriz e diretora Katarzyna Napiórkowska.

O vídeo teve uma repercussão muito grande, alcançando mais de 1,6 milhões de views no YouTube, o que levou Katarzyna a fazer uma continuação. Intitulado Living with a depressed person (“Vivendo com uma pessoa deprimida”), o novo vídeo dá algumas dicas para quem conhece alguém que sofre com a doença; como não fazer pouco caso do sofrimento, ou se tornar super protetor, mas sim encorajá-la(o) a procurar ajuda com um especialista.

Fotógrafa retrata a realidade de 5 países onde ler é um ato de ousadia para as mulheres

15 05

2016

Nos países Árabes, um número enorme de mulheres não tem direito à alfabetização básica. A fotógrafa Laura Boushnak visitou alguns estados árabes para documentar o quadro da educação dessas mulheres. A série de fotografias intitulada “Eu Leio, Eu Escrevo” reúne registros de cinco países: Tunísia, Iêmen, Jordânia, Kuwait e Egito.

A Tunísia parece ser o Estado que oferece as melhores condições de ensino para as mulheres. Quando esteve lá, Boushnak concentrou sua atenção no papel das mulheres na militância política. A fotógrafa conheceu a estudante universitária Asma Iê, que tem rabiscada na parede do seu quarto a mensagem “O povo quer a queda do regime”, um slogan popular da Revolução de Jasmim, ocorrida entre 2010 e 2011.

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 2

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 3

Situação completamente diferente da encontrada por Boushnak na região rural do Iêmen, onde as meninas enfrentam salas de aula superlotadas e uma infraestutura precária.

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 4

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 5

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 6

Nos subúrbios de Amã, na Jordânia, Boushnak retrata a alfabetização de mulheres de cinquenta e sessenta anos. Pela manhã, durante duas horas, elas lêem o Alcorão, livro sagrado do Islã, e, depois, praticam o inglês e a matemática.

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 7

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 8

No Kuwait, onde a própria Boushnak cresceu, o número de mulheres que frequentam as universidades é igual ao dos homens. O diretor de uma das escolas visitadas pela fotógrafa acredita numa dupla ênfase em educação e cultura.

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 9

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 10

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 11

Já no Egito, onde dados de um relatório de alfabetização da UNESCO dizem que 34% das mulheres acima de 15 anos são analfabetas, Boushnak conheceu a Associação de Desenvolvimento e Valorização da Mulher, que oferece aulas gratuitas para as mulheres do bairro onde está localizada. Ela diz que muitas das mulheres que frequentam o programa são alfabetizadas, o que permite a elas ler os sinais de trânsito, contar dinheiro, ler prescrições médicas, e, o mais importante, incentivar seus filhos a permanecerem na escola.

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 12

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 13

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 14

Eu Leio, Eu Escrevo MIXSEA.COM.BR 15

“Eu quero aprender a ler e escrever para entender melhor a vida. Meu sonho é ser educada”.

Em uma bela apresentação no TED, a fotógrafa fala um pouco sobre o projeto e como ele a transformou:

Fonte: razoesparaacreditar

Blogueiro britânico escreve de forma indignada sobre a desistência dos brasileiros de seu próprio país

15 04

2016

Reprodução - Internet

Adam Smith é britânico, veio ao Brasil durante 6 meses para intercâmbio e se indignou com o desrespeito dos brasileiros com o seu próprio país. Então, resolveu escrever em seu blog, chamado “Para inglês ver”, de forma indignada mesmo, sobre como os brasileiros veem o Brasil em relação com os outros e em como costumamos nos rebaixar e não reconhecer as belezas do Brasil, apesar de todos os problemas. Segue abaixo o texto:

“Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi “de Londres”, veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’.Fiquei surpreso. Eu – como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil – adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas? O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)?

Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais ‘sofrido’ deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira.

Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos ‘malls’ dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira ‘sale’. Pode ser sentido na comida. Neste “país tropical” tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova.

Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.

Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar…

Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte. Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor.

O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente. Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?

Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de ‘pinga’ na caipirinha, ele respondeu: “Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!” Viva a alma brasileira!”

De se pensar não é brasileiro?

© 2017 MixSea | Desenvolvido no Wordpress por Dk Ribeiro