Contagem de mortes do Homem de Ferro e Capitão America

28 05

2016

Recentemente estreou nos cinemas o filme Capitão America- Guerra Civil, no filmes mostra o confronto de duas equipes: uma que apoia o registro dos super heróis, onde vemos o Iron Man e como”líder”, e outra que é contra o registro e que tem como “líder” o Capitão America.  O filme, é claro, contém algumas cenas de lutas entre os dois, mas você seria capaz de dizer quantas pessoas e robôs cada um dos dois matou???

Meio difícil né?! Visto que são tantos filmes e que nem sempre as mortes ficam tão evidentes assim nos filmes da Marvel, mas o pessoal do canal Mr Sunday Movies fez um vídeo para cada herói fazendo a contagem de mortes cada um leva em sua consciência, veja abaixo os videos:

Os videos são bem interessantes, e nos mostram um lado da Marvel que não fica quase nada evidente, afinal de contas, todo mundo já ouviu aquela frase “mas não morre ninguém nesses filmes” e com esses videos vimos que não é bem assim. E lembrando que esses videos não levam em conta os acontecimentos do filme Capitão America- Guerra Civil

O bem feito “X-men Apocalipse” | Crítica

20 05

2016


Título: X-men Apocalipse


Direção:
 Bryan Singer

Ano: 2016

Duração: 2 horas e 24 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Ação, Fantasia

Nota: nota 5 MIXSEA

NOTA: O POST A SEGUIR CONTÉM SPOILERS DO FILME X-MEN APOCALYPSE. NÃO LEIA SE AINDA NÃO VIU O FILME.

Dia 19/05 estreiou nos cinemas brasileiros o mais novo longa da franquia x-men dos cinemas: X-men Apocalipse. Ambientado nos anos 80 (1983, mais especificamente) o filme tem como base dois segmentos: a (re)criação dos x-men, com o recrutamento dos famosos mutantes Jean Grey, Scott Summers, Noturno, e outros, e a história do lendário vilão Apocalipse.

Tendo como foco o segundo segmento, primeiramente, o vilão Apocalipse ganha o público já na cena de abertura, em que é mostrada de maneira fenomenal a sua história no Egito Imagem de apocalypse, movies, and foxantigo (alguns acreditam ter sido a melhor cena de abertura da franquia desde X-men 2). Milhares de anos depois – vale ressaltar a criatividade da passagem do tempo do Egito Antigo para os anos 1980 –  Apocalipse é ressuscitado e acorda em um mundo completamente diferente do que conhecia, em que os humanos perderam o rumo da humanidade com os seus falsos Deuses e suas superpotências.  Ele parte, então, em busca dos seus Quatro Cavaleiros – peste, guerra, morte e fome – para dar início à reformulação do mundo.

Por outro lado, temos a escola Charles Xavier para jovens superdotados, um tipo de santuário mutante, o lugar em que crianças e jovens podem aprender e viver sem se preocupar com questões como preconceito. Pelo menos enquanto estão ali. Embora o mundo tenha aceitado os mutantes, não quer dizer que ele tenha os abraçado. Crítica que fica clara com o recrutamento de Noturno pela Mística e em um diálogo entre esta e Charles.

Apesar dessa questão de inclusão, sempre presente nos filmes da franquia, uma vez que é exatamente isso que os mutantes representam – minorias da sociedade e a aceitação desta para com aqueles – é emocionante ver a interação dos jovens mutantes – Jean, Scott, Mercúrio e Kurt – entre si e com os mais antigos – Mistica, Fera e, principalmente, Xavier. A química entre o trio mais novo (sem mercúrio, uma vez que ele paira entre os mais antigos, e sem Jubilee, uma vez que a mesma só tem uma participação de fan service no filme) é tangente e nos leva a querer uma exploração maior deles sendo adolescentes – fugindo da escola para ver Star Wars (!).

Além disso, o desenvolvimento individual de vários personagens foi bem explorado durante todo o filme. Jean fica como a grande surpresa, Scott como o personagem cuja personalidade foi mais afetada pelos acontecimentos e Kurt como alívio cômico, sem ser forçado, apenas sendo fiel ao querido personagem dos quadrinhos. Mística é apenas uma figura heroica para os mais novos, sem ser protagonista de tudo, como muitos acharam que aconteceria. Fera é, como sempre, o braço direito de Charles, porém mais incisivo em achar que eles devem se preparar para lutar.

Charles, tão bem interpretado por JamesImagem de cyclops, x-men, and jean grey Mcavoy, se torna o famoso Professor que tanto conhecemos. Mercúrio protagoniza duas cenas míticas e tem seu próprio amadurecimento revelado quando a questão é o seu pai, Magneto, que por sua vez, possui um arco próprio que paira entre um cara normal, vilão e herói. E, por último, não antes citada aqui, Tempestade, bastante criticada até então, mas que, na minha opinião, foi correta no seu papel durante o filme: uma adolescente sem família ou amor, que rouba para viver. Extremamente manipulável por Apocalipse, que lhe dá grandeza. O bom caráter de Ororo não foi totalmente corrompido, como é possível notar no filme e, para ela, podemos apenas esperar mais aparições em que a mesma obtenha protagonismo.

Obviamente um filme com tantos personagens não conseguiria ser eficiente em tratar da história de todos com a mesma importância que cada um merece. No caso de X-men Apocalipse, sendo isso o que o filme mais deixa a desejar, é a pouco exploração de dois cavaleiros: Psylocke (Betsy) e Anjo/Arcanjo (Warren Worthington III). A impressão que esses personagens deixam é que foram usados para “tapar um buraco”, o que é lamentável, uma vez que ambos tem histórias incríveis nos quadrinhos. Embora Psylocke protagonize cenas fantásticas de luta, a personagem mal abre a boca e, do mesmo modo, embora o Anjo protagonize uma das cenas mais fortes do filme (quando ganha as asas metálicas), ele se mostra descartável, inútil. Não há menção alguma sobre de onde esses personagens surgiram, quem eles são de verdade.

Por fim, o filme é feliz em adaptar um dos arcos mais famosos das histórias dos mutantes para o cinema. Os aspectos técnicos, como a voz do vilão, são bons e os personagens tem, todos eles, até os com menos aparições ou falas, a sua importância. O filme transmite seriedade, mas sem forçar, e é cômico na medida correta. Não só os personagens se conectam, mas o filme possui referências de outros filmes da franquia e das HQs. Lembra o desenho X-men Evolution. Quem é fã sai com um sentimento de “finalmente” e quem não é de surpresa.

Veja o trailer:

Fotógrafa retrata a realidade de 5 países onde ler é um ato de ousadia para as mulheres

15 05

2016

Nos países Árabes, um número enorme de mulheres não tem direito à alfabetização básica. A fotógrafa Laura Boushnak visitou alguns estados árabes para documentar o quadro da educação dessas mulheres. A série de fotografias intitulada “Eu Leio, Eu Escrevo” reúne registros de cinco países: Tunísia, Iêmen, Jordânia, Kuwait e Egito.

A Tunísia parece ser o Estado que oferece as melhores condições de ensino para as mulheres. Quando esteve lá, Boushnak concentrou sua atenção no papel das mulheres na militância política. A fotógrafa conheceu a estudante universitária Asma Iê, que tem rabiscada na parede do seu quarto a mensagem “O povo quer a queda do regime”, um slogan popular da Revolução de Jasmim, ocorrida entre 2010 e 2011.

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Situação completamente diferente da encontrada por Boushnak na região rural do Iêmen, onde as meninas enfrentam salas de aula superlotadas e uma infraestutura precária.

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Nos subúrbios de Amã, na Jordânia, Boushnak retrata a alfabetização de mulheres de cinquenta e sessenta anos. Pela manhã, durante duas horas, elas lêem o Alcorão, livro sagrado do Islã, e, depois, praticam o inglês e a matemática.

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No Kuwait, onde a própria Boushnak cresceu, o número de mulheres que frequentam as universidades é igual ao dos homens. O diretor de uma das escolas visitadas pela fotógrafa acredita numa dupla ênfase em educação e cultura.

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Já no Egito, onde dados de um relatório de alfabetização da UNESCO dizem que 34% das mulheres acima de 15 anos são analfabetas, Boushnak conheceu a Associação de Desenvolvimento e Valorização da Mulher, que oferece aulas gratuitas para as mulheres do bairro onde está localizada. Ela diz que muitas das mulheres que frequentam o programa são alfabetizadas, o que permite a elas ler os sinais de trânsito, contar dinheiro, ler prescrições médicas, e, o mais importante, incentivar seus filhos a permanecerem na escola.

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“Eu quero aprender a ler e escrever para entender melhor a vida. Meu sonho é ser educada”.

Em uma bela apresentação no TED, a fotógrafa fala um pouco sobre o projeto e como ele a transformou:

Fonte: razoesparaacreditar

Resultado do sorteio de aniversário 2016

15 05

2016

Depois de um mês de sorteio, chegamos ao ganhador!

As regras eram:
1) Curtir a página do Mixsea (https://www.facebook.com/Mixsea)
2) Compartilhar a imagem da nossa página em modo público em sua página do facebook,
3) Marcar 3 amigos nos comentários da imagem

Itens do sorteio:

Anel do poder (aquele do Senhor dos Aneis), poster de Game of Thrones, livrinho do Batman + Bat sinal!

Data do sorteio: 14/05/2016

Participantes:

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O número da ganhadora foi gerado pelo site sorteador.com.br que gera números aleatórios para sorteios.

resultado

 

Ganhadora e cumprimento das regras:

Marcar 3 amigos no comentário

ff

 

Curtir a página

resultado 3

Compartilhamento no perfil:

resultado 2

 

Parabéns Nathalia Oliveira! Pode aguardar que já já os seus brindes chegam!

 

Até o próximo sorteio pessoal, continuem conosco!

 

Livros ótimos que viraram jogos a altura

10 05

2016

Já há algum tempo os jogos de videogames são uma potencia no universo das crianças e adolescentes, cada vez mais estes jogos ganham espaço no mercado e viram potência. Os livros andam também se relacionando com o jogos, recentemente alguns games viraram livros, como GTA, Dead Island e Assassin’s Creed, mas falaremos aqui do livro como fonte inspiradora, inspirando jogos de videogame. com uma lista de 10 livros que viraram games:

1- O Último Desejo

SINOPSE: “Geralt de Rívia é um bruxo. Um feiticeiro cheio de astúcia. Um matador impiedoso. Um assassino de sangue-frio treinado, desde a infância, para caçar e eliminar monstros. Seu único objetivo: destruir as criaturas do mal que assolam o mundo. Um mundo fantástico criado por Sapkowski com claras influências da mitologia eslava. Um mundo em que nem todos os que parecem monstros são maus nem todos os que parecem anjos são bons.”

OS JOGOS: Como muitos sabem, já foram lançados 3 jogos da franquia The Witcher (além de dois spin-offs), produzidos pela CD Projekt RED. O primeiro foi lançado em 2007 e começa com Geralt desmemoriado. Gradualmente, ele descobre que é um renomado feiticeiro, com inimigos e amigos em todos os lugares – que lembram dele, mesmo que ele não saiba quem eles são. Na pele de Geralt, são as ações do jogador que vão redefinir esses relacionamentos e escolher que caminho seguir no cenário político que se complica.

Apesar da jogabilidade não ser das melhores e o sistema de lutas ser um tanto estranho (ou tedioso, segundo alguns), o mundo e a história – adaptados dos livros, é claro – fazem deste um bom começo para uma série que melhora a cada jogo.

Por falar nisso, The Witcher 2: Assassins of Kings, lançado em 2011, apresenta gráficos e sistema de lutas bastante evoluídos em comparação ao primeiro, e permite que você importe o jogo concluído para continuar do ponto em que parou antes – considerando que suas decisões determinaram seu final em The Witcher, isso é bem legal. O enredo continua denso, cheio de reviravoltas e temas controversos, mostrando claramente que, neste mundo, não há bem ou mal, apenas escolhas e consequências.

The Witcher 3: Wild Hunt, a aguardada continuação, foi lançada em maio de 2015 e conseguiu agradar seus fãs ansiosos. Neste jogo, os gráficos superaram quaisquer expectativas; embora o jogo requira um PC bem potente para mostrar todo seu potencial, não precisa estar no “ultra” para perceber quão perto da perfeição a CD Projekt RED chegou dessa vez. A 60 quadros por segundo, a fluidez dos movimentos (no PC – nos consoles, Wild Hunt roda a 30 quadros por segundo e apresenta alguns problemas de travamento) e os detalhes nas paisagens, monstros e personagens são uma das coisas mais marcantes deste jogo, aliada ao imenso mapa, por onde inúmeras quests principais e secundárias se espalham, que é de deixar qualquer gamer boquiaberto. Sem surpresa alguma, é um dos fortes concorrentes ao prêmio Game of the Year da E3 (Eletronic Entretainment Expo).

2- O Senhor dos Anéis

SINOPSE: “Alternadamente cômica, singela, épica, monstruosa e diabólica, a narrativa desenvolve-se em meio a inúmeras mudanças de cenários e de personagens, num mundo imaginário absolutamente convincente em seus detalhes. Nas palavras do romancista Richard Hughes, ‘quanto à amplitude imaginativa, a obra praticamente não tem paralelos e é quase igualmente notável na sua vividez e na habilidade narrativa, que mantêm o leitor preso página após página’. Tolkien criou em Senhor dos Anéis uma nova mitologia, num mundo inventado que demonstrou possuir um poder de atração atemporal.”

OS JOGOS: Devido a qualidade dos livros, o grande reconhecimento, e o número de fãs muitos jogos foram baseados nessa história. Uma pesquisa rápida no Google me deu 10 jogos inspirados nessa história, desde a versão LEGO a jogos com histórias inéditas. Considerando que as adaptações mais “fiéis” aos livros ou aos filmes não são lá muito marcantes, vou falar um pouco desses jogos mais exóticos: o já citado LEGO O Senhor dos Anéis, Lord of the Rings: War in the North e Middle-earth: Shadow of Mordor.

LEGO O Senhor dos Anéis (2012): Com grandes doses de humor, o jogo produzido pelaTraveller’s Tales e distribuído pela Warner Bros segue a trilogia cinematográfica e permite que o jogador alterne entre os personagens principais e secundários. Por ser um jogo para o público infantil, algumas mudanças são feitas para deixar a história mais leve, mas qualquer fã de Tolkien teria bons momentos com ele.

Lord of the Rings: War in the North (2011): Desenvolvido pela Snowblind Studios e distribuído pela Warner Bros, é um jogo amplamente descrito como “bom”: gráficos são bons, a jogabilidade é boa, os personagens são bons… Mas, como fã dos livros e/ou filmes, é bastante interessante a ideia de vivenciar o que acontecia no Norte enquanto Frodo e a Comitiva do Anel seguiam seu caminho até a Montanha da Perdição. Apesar dos personagens famosos fazerem “participações especiais”, os protagonistas aqui são uma elfa de Valfenda, um anão de Erebor e um Dúnedan (humano da estirpe de Aragorn), que têm como objetivo matar todos os orcs no caminho do Pônei Saltitante até o Norte. Muitos jogadores reclamam dos bugs frequentes (especialmente aqueles com placa de vídeo ADM), mas a maioria dos fãs é capaz de passar por cima desses problemas em prol de uma história diferente na Terra-média – e com Águias!

Middle-earth: Shadow of Mordor (2014): Desenvolvido pela Monolith Productions e distribuído pela Warner Bros, o jogo se passa no período de 40 anos entre O Hobbit e O Senhor dos Anéis, quando Sauron instalou-se em Mordor e trouxe o mal àquela terra. Apesar de participações dos personagens tradicionais, o foco aqui é Talion, guerreiro humano que perdeu sua família (e sua própria vida) nas mãos de um servo de Sauron. Retornando dos mortos com a ajuda de um wraith – espírito de um elfo – também em busca de vingança, ele parte para Mordor com a missão de matar todo orc em seu caminho até Sauron. Não é um jogo perfeito ou inovador – apesar do sistema Nêmesis, onde seus inimigos “sobem de nível” nos ranks ao matar você –, mas ainda é uma ótima opção para quem quer voltar à Terra-média e viver uma aventura diferente.

 

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