Série de fotos raras mostram Michael Jackson nos bastidores do videoclipe “Thriller”

12 04

2016

Antes do youtube, os cantores(as)  tinham a tradição de fazer videoclipes com cenas retiradas de shows, e foi por isso, também, que Michael Jackson ficou tão famoso, já que ele inovou isso tudo fazendo mega produções para os clipes de suas músicas, sendo o primeiro sucesso deste jeito o clipe de Thriller.

Recentemente, o álbum de mesmo nome superou a marca de 100 milhões de vendas, tornando-se o único na história a atingir tal cifra. O videoclipe custou US$ 500 mil (cerca de R$ 2 milhões), e foi dirigido por John Landis. E até hoje, o videoclipe faz sucesso no mundo todo.

O fotógrafo Douglas Kirkland e a jornalista Nancy Griffin que estiveram presentes no set de gravações, resolveram lançar um livro que traz centenas de fotografias inéditas dos bastidores do vídeo e nos levando este momento único na história da música, chamado “Michael Jackson: The Making of ‘Thriller” (“Michael Jackson: A Criação de Thriller”, em português), .

Veja algumas dessas imagens:

 

Relembre também como é o videoclipe de Thriller:

O lindo e cativante filme Zootopia | Crítica

08 04

2016

 

Imagem de bunny and zootopiaTítulo: Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Direção: Byron Howard, Rich Moore

Ano: 2016

Duração: 1hora e 48 minutos

Nacionalidade: EUA

Gênero: Animação

Nota: nota 5 MIXSEA

 

   O mais novo longa da Disney, Zootopia conta a história da coelinha Judy Hopps, cujo sonho é se tornar uma policial da cidade de Zootopia – o lugar onde predadores e presas vivem em perfeita harmonia. Apesar de todos dizerem que Judy nunca se tonaria uma policial, pois uma coelha é “dócil” demais, ela não desiste, batalha e persiste para realizar seu sonho.

   Se muda, então, para Zootopia e lá se envolve com o malandro Nick WImagem de zootopiailde, uma raposa (animal “inimigo” natural dos coelhos e conhecido como trapaceiros) ao executar suas tarefas de policial, tarefas estas que a levam a uma investigação e perigos maiores do que jamais imaginou.

   Extremamente cativante, com cenas engraçadas, fofas e até tristes, Zootopia emplaca em variados aspectos. Agrada desde à criança, que vê o filme pelos animais, até ao adulto, que entende as críticas sociais ali presentes – a lerdeza do sistema público, por exemplo.

   É um filme cheio de referências a outros filmes da Disney e até aos clássicos “O Poderoso Chefão” e o “Morro dos Ventos Uivantes”, mas bem sucedido em ser autossuficiente e ganhar o coração de quem assiste. Traz aspectos morais importantíssimos como a luta contra o racismo, pela inclusão das minorias e a busca pela aceitação perante a sociedade. Os personagens, sejam eles os protagonistas ou aparições momentâneas, envolvem e deixam a sua importância para trama.

   Assista abaixo ao trailer do longa ou corra para o cinema e assista ao filme:

 

 

A Literatura e a Música em 50 anos de carreira de Chico Buarque

06 04

2016

A música e a literatura possuem uma relação intrínseca, que se configura na produção da arte ao fazer o leitor ou ouvinte produzir em suas próprias mentes histórias, mundos e universos. Desde da antiguidade poesias se tornavam músicas, e vice-versa, e até hoje observamos que a música, letrada principalmente, nos enche de sentimentos que a literatura também produz. Elas são irmãs ou amigas de infância, que narram histórias. As vezes de maneira mais poética, outras vezes mais marginal, mas sempre as captamos, seja ouvindo ou lendo.  Existem alguns cantores/compositores/poetas que deixam essa relação bem mais clara: Cazuza, Cássia Eller, Milton Nascimento, Nando Reis, Chico Buarque, são exemplos.

Dentre todos esses, escolhi falar sobre Chico Buarque. São 50 anos de carreira, de composições, obras literárias, peças de teatro, de arte. Não é errado dizer que Chico é um dos maiores artistas do Brasil. Ele é completo, dinâmico, inteligente e poético. O verdadeiro significado de Chico Buarque está em suas letras, melodias e histórias que ele constrói a cada música que compõe e canta. Em uma época onde encontrar a poesia na música é rara (com exceção da nova MPB e cantores como Cícero, 5 à seco e Tiago York) ouvir Chico é uma viagem, um encontro a algo que são se acha mais muito por aí. Não me desfazendo dos outros cantores, mas acredito que para quem gosta de MPB, deste estilo de música, Chico é rei.

Um artista completo

Na música, as letras de Chico podem ser divididas em três seguimentos: Amores, crítica social e política e malandragem.

O amor e a paixão são o ponto central da maioria das músicas do compositor. São mulheres como Ana, Nina, Beatriz, Geni, Terezinha, Joana, que são bailarinas, atrizes, prostitutas, donas de casa. São canções como “Futuro Amantes”, “Tipo um baião”, “Se eu soubesse”, “Olho nos olhos”, “Mulher, vou dizer quanto te amo”, “O meu amor”, “João e Maria” que nos fazem querer relacionamentos e amores fortes e intensos.  São letras apaixonadas e apaixonante, escritas por alguém que foi casado por mais de 30 anos e que já teve relacionamentos rápidos, mas que expressam seus sentimentos.

Durante a ditadura militar, Chico utilizou-se da música para expressar o descontentamento com a situação política nacional. Em meio aos anos 60 e 70, a censura, o autoexílio, as discussões com os representantes tropicalistas que o consideravam ultrapassado, o compositor expressava sua esperança e criticava a repressão por meio das canções. “A banda” “Cálice”, “Roda Viva”, “Apesar de você”, “Cordão”, “Quando o carnaval chegar”, “Cotidiano” e “Deus lhe pague representam bem esse período.

Muito perseguido, o compositor chegou a inventar o pseudônimo Julinho de Adelaide para conseguir passar pela censura, afinal ele estava sendo perseguido pelos censores que cortavam qualquer uma de suas músicas. Chico Buarque escreveu e cantou várias músicas de cunho social, como “Construção”, “A violeira”, “Mulheres de Atenas” e “O meu guri”

Outro assunto recorrente na obra de Chico é a malandragem. “Vai trabalhar vagabundo”, “Feijoada Completa” e as músicas das peças de teatro “Ópera do Malandro”, “Gota d’água”, “Saltibancos”, como “Homenagem ao malandro”, “A volta do malandro”, são composições que expressam essa temática.

O teatro foi outro espaço artístico explorado por Chico Buarque: “Roda viva”, “Calabar: o Elogio da Traição”, “Gota d’água”, “Ópera do malandro” e “O Grande Circo Místico” foram peças escritas por ele, enquanto “Morte e vida Severina” e o infantil “Os Saltimbancos” foram apenas musicadas.  Chico Buarque também já escreveu cinco romances: “Estorvo”, “Benjamim”, “Budapeste”, “Leite Derramado” e “O irmão Alemão”. Mesmo não sendo obras primas da literatura, são livros interessantes, bem subjetivos, que narram histórias intensas.

Chico Buarque é um ícone da música brasileira, isso não se pode negar. Consegue transformar ruins momentos em prazerosos com suas letras cativantes e sua voz suave, com as histórias que escreve através das composições, com seus olhos azuis (não poderia deixar de comentar). Claro que ele não é perfeito, mas suas qualidades conseguem se sobressair. Com seus 71 anos, ainda arranca suspiros com seu olhar e, principalmente, através de sua alma que está expressa dentro de suas canções.  Precisamos de mais Chicos, mas ao mesmo tempo, não queremos. Chico Buarque é único.

Bônus:

Texto de Susana Reis e revisão de Juliana Skalski

A selvagem vida nas academias

04 04

2016

O canal Buff Dudes explora o ambiente, digamos que singular, das academias no mundo todo, eles fazem uma paródia simular aos documentários de vida selvagem da televisão, mas para mostrar situações que parecem mais rituais nas academias, que acontecem no mundo todo. É claro que eles utilizam do humor para mostrar como é a vida das pessoas neste ambiente, mas devemos pensar que milhões de homo sapiens frequentam diariamente as selvas urbanas que são as academias de ginástica, qual será o real papel deste ambiente na sociedade? E o que isso reflete?

O vídeo está em inglês, e não tem legenda, mas vale a pena o play. Veja como grupos de machos e fêmeas se comportam, em rituais estranhos e ruídos guturais para conseguir o que desejam:

Stardew Valley | Crítica – Jogo

30 03

2016

Título: Stardew Valley
Gênero: Indie, RPG, Simulação
Desenvolvedor: ConcernedApe
Distribuidora: Chucklefish
Data de lançamento: 26/fev/2016
Idioma: Inglês

Nota: nota 4 MIXSEA

Stardew Valley é um game Indie de RPG vivido no ambiente country, single player, de plataforma 2D, em que você controla um personagem que herda de seu avô uma fazenda e a partir disso começa suas aventuras no campo.

Muitos fãs do saudoso Harvest Moon não vão se decepcionar com esse belo jogo que tem características que se assemelham, para quem não conheceu esse clássico, ou gosta desse estilo Old School, garanto que terá sua expectativa atendida.

O tempo do jogo se passa entre as quatro estações, sendo elas seguidas como: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

Em cada estação do ano, o jogador tem sementes diversificadas e específicas para comprar e fazer a sua plantação. As colheitas de frutas, verduras e legumes que você cultiva, são sazonais, surgem eventos em cada temporada e  auxiliam você a ganhar dinheiro, se alimentar, ganhar energia e também nas missões.

Logo no começo de sua jornada, você ganhará uma vara de pescar para que possa ter outra forma de renda e alimento. O jogo conta com minas, para extração de minério dando opção de criar objetos afim de facilitar sua progressão.
Nas minas, além de coletar minérios, você também vai enfrentar monstros que irão atormentá-lo enquanto estiver explorando, é bom estar sempre preparado para o pior e carregar sempre alguma arma que podem ser: adagas, espadas, marretas e também um estilingue.

O jogo permite que além das matérias primas extraídas do solo, do rio, das minas e dos animais, você possa criar produtos mais elaborados, como por exemplo: a criação do gado, se extrai o leite, que por sua vez possibilita produzir queijos.

É possível  que você faça modificações nas instalações, aperfeiçoando o ambiente, adquirindo novos equipamentos para te dar melhores e maiores possibilidades.

No jogo você pode se casar, mas nem todos os personagens estão disponíveis para o matrimônio, primeiro é preciso checar quem está solteiro no vilarejo para ter algum relacionamento. Existem 10 personagens disponíveis que o jogador pode escolher para ter um relacionamento, sendo eles: Alex, Harvey, Sebastian e Sam quem são os homens; Abigail, Haley, Leah, Maru, Penny e Elliott que são as mulheres.

O jogo se encontra à venda no Steam por R$24,99 e já recebeu mais de 12 mil análises positivas dos usuários steamworks.

 

VICIANTE!

Co-autor da crítica, Rodrigo Soares Tannús.

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